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  • Como uma agência de marketing utiliza DMP para melhorar os resultados de e-commerces?

    Como uma agência de marketing utiliza DMP para melhorar os resultados de e-commerces?

    Cada vez mais, as empresas dependem de dados para tomar decisões assertivas a fim de aumentar a conversão dos usuários. Organizar as informações permite que seja mais fácil enxergar as tendências e executar os planos de ação, sendo assim, a empresa que sabe extrair essas informações e usar os dados a seu favor, consequentemente, sai na frente.

    A Data Management Platform ou simplesmente DMP, é uma plataforma de gerenciamento de dados que coleta, segmenta e ativa esses dados, e foi criada a partir da necessidade de haver uma tecnologia que pudesse, num mesmo lugar, fazer a análise das informações coletadas. Essa plataforma é fundamental para:

    • Gerar uma análise completa do usuário do seu e-commerce e, assim, maximizar o potencial dos seus dados;
    • Identificar pessoas com o perfil semelhante àquele que já acessa e converte no seu e-commerce;
    • Conhecer melhor o seu público;
    • Personalizar o conteúdo do seu e-commerce de acordo com o perfil da pessoa que irá acessá-lo;
    • Fazer a gestão de dados de campanhas e otimizá-las;
    • Rastrear o comportamento online do cliente para atrair esse cliente mais vezes ao seu site;
    • Planejar de forma mais inteligente e efetiva suas estratégias para e-commerce.

    Isso tudo ocorre pelo fato de que essa plataforma utiliza dados de 1st party (como por exemplo, dados de cadastro de um usuário, dados de navegação do site, histórico de compras e outras informações sobre seu consumidor), 2nd party (dados obtidos a partir da troca de informações com outros negócios) e 3rd party (informações de comportamento de um usuário em diferentes sites), pois é a partir desses dados que um e-commerce consegue obter informações valiosas sobre clientes para assim melhorar a taxa de conversão nesse ambiente online.

    Outras vantagens da DMP

    Não é só na conversão que a DMP é essencial. Quando você tem informações valiosas sobre dados de comportamento, fica muito mais fácil saber quando algo foge do usual. Quando uma ação destoa do comportamento padrão, é mais simples fazer a identificação e análise para a prevenção de fraudes.

    Em termos de acesso à informação, essa plataforma pode ser acessada de qualquer lugar e por diferentes pessoas, tudo por meio de um só login. Isso facilita quando mais de uma equipe precisar dessas informações, e essa expansão potencializa os resultados da empresa de uma forma geral. Além disso, dispor de uma DMP em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados é essencial, pois demonstra respeito com os consumidores e evita problemas futuros na justiça.

    E, para uma estratégia mais robusta, a DMP pode ser usada sozinha ou em conjunto com outras ferramentas, fazendo com que sua empresa se beneficie por usar essa tecnologia a seu favor. Com dados estruturados, seu e-commerce será orientado a dados, o que irá impulsionar os resultados positivos do seu negócio.

    É chegada a hora de atingir o público exato

    Você já entende o que é DMP e alguns de seus benefícios, mas como interpretar na prática um volume gigantesco de informações (big data), transformando-o para criar perfis de audiência? Contar com especialistas fará toda a diferença. O que uma agência de marketing especializada em performance como a Yooper faz é usar a DMP para identificar as fontes de dados – já que muitas empresas têm informações valiosíssimas sobre seus usuários e, muitas vezes, deixam de trabalhar esses dados para agregar valor e obter vantagem competitiva – e entender quais são os perfis estratégicos mais interessantes para o seu e-commerce.

    Apesar de a DMP usar dados anônimos como IP, ID e cookies, os perfis estratégicos podem conter não só os interesses e intenções de compra, mas também as características demográficas e o estilo de vida das pessoas que acessam seu e-commerce. Feito isso, esses perfis são agrupados à outros que apresentam as mesmas características para que possam ser usados como critério de segmentação.

    A Yooper faz a análise de dados robustos, medida que é crucial para a construção de personas que realmente representem os perfis de usuário do e-commerce, para assim iniciar o planejamento de estratégias apropriadas para cada um deles. Essas estratégias de marketing digital podem ser ofertas específicas, campanhas em redes sociais, conteúdos que sejam de interesse deste usuário, campanhas de remarketing, entre outras.

    Após a coleta da customer data e a organização desse banco de dados, é feita a ativação e as campanhas podem ser rodadas em mecanismos de busca, portais, redes sociais, etc. Por fim, a DMP oferece dashboards completos com relatórios em tempo real, ou, dependendo do tipo de dado, com atualizações periódicas. Além disso, esses relatórios podem ser baixados em PDF ou em Excel.

    Feito todo esse caminho, a comunicação com o usuário será mais eficaz, nada genérica e, dessa maneira, seu e-commerce pode reduzir pela metade a dispersão dos usuários em campanhas online, aumentando em até 3x o engajamento deles no seu negócio. Por isso, é importante contar com os profissionais de marketing digital, que têm alta expertise para ler e interpretar esses dados, criando as melhores estratégias de acordo com o seu negócio.  

    Outro benefício ao contar com o respaldo de especialistas é que o investimento financeiro numa DMP é, geralmente, alto, sendo preciso dispor de uma boa infraestrutura para assegurar que todas as integrações sejam bem-sucedidas. Além disso, os profissionais da área de marketing estarão aptos a lidar com questões relacionadas a campanhas, business intelligence, uso de dados, entre outras.

    Também é muito comum que solicitar um serviço consultivo de especialistas em Data Management Platform, o chamado managed service. Esse serviço possibilita que uma equipe local seja disponibilizada para prestar um atendimento mais rápido e contínuo.

    E se minha empresa for B2B?

    Se você possui uma empresa B2B, pode parecer impossível agrupar as informações dos consumidores e ter uma visão holística desses dados. Mas a DMP pode ser uma aliada ao fazer a centralização desses dados e enriquecê-los para identificar perfis semelhantes, extraindo insights a partir da análise desses perfis. Além disso, é possível fazer o aprimoramento das experiências do consumidor com base no perfil e entender a jornada de compra e em qual etapa cada cliente está. 

    Dessa forma, se sua empresa é B2C ou B2B, ela será beneficiada com a Data Management Platform, porque possibilita que você conheça seu consumidor e ofereça experiências excelentes, aumentando a conversão para, assim, fortalecer sua marca. 

    A união de tecnologia de qualidade e pessoas altamente capacitadas pode levar sua empresa a alcançar voos ainda mais altos. Por isso, conte com os especialistas da Yooper e com a DMP completa da Tail para transformar a história do seu e-commerce!

  • Heatmap: o que é, quando usar e principais ferramentas

    Heatmap: o que é, quando usar e principais ferramentas

    Você já ouviu falar em heatmap? Esse conceito é essencial para tudo o que envolve o marketing digital porque impacta no seu site, nas campanhas de e-mail marketing e em muitas outras estratégias. No contexto do marketing digital, o heatmap, ou mapa de calor, é uma ferramenta de visualização que permite saber onde e como os usuários interagem dentro de um site ou blog, sendo que as áreas mais próximas do vermelho recebem maior destaque por serem os locais onde existem mais interações, enquanto as áreas com cor azul são aquelas que recebem menos interações.

    Você deve estar se perguntando se essa tecnologia é a mesma usada, por exemplo, em jogos de futebol, para mapear a movimentação de um jogador pelo campo. A resposta é sim, sendo que, para o marketing digital, essa tecnologia permite verificar em quais áreas do site o visitante passa mais tempo e em quais ele não se interessa tanto a ponto de se fixar ali.

    Mas o que é considerado interação? O mapeamento de sites leva em conta:

    • Os cliques (click maps), que podem ser call to actions, banners, links, ícones e etc, demonstrando o interesse ou não por determinados assuntos; 
    • A rolagem da página (scroll maps), que indica em quais pontos o usuário para e lê o conteúdo e em quais trechos ele passa direto, além de indicar até aonde ele vai;
    • Os movimentos do cursor (hover maps) são uma parte da análise que exige maior profundidade, já que o usuário pode deixar o mouse parado para realizar outras atividades ou pode realmente consumir com afinco aquele conteúdo. 
    • Os pontos de fixação em uma página específica podem ser lidos como uma forma de rastreamento do olhar. 

    Após ler o mapa de calor, o que fazer?

    O heatmap é uma excelente ferramenta de avaliação, já que tem como objetivo desenvolver um relatório detalhado com as indicações das atividades dos usuários na página, sendo assim, é um grande aliado não só para analisar o comportamento dos usuários, mas também para otimizar sites e blogs. 

    Como tudo em um e-commerce é pensado para o usuário, é essencial entender como o visitante se comporta perante tudo aquilo que é proposto por quem efetuou o planejamento da página. Por isso, o relatório feito a partir dos resultados do heatmap, principalmente quando ligado a outras métricas, ajuda a traçar estratégias rápidas e eficazes de aperfeiçoamento.

    Essa é uma forma precisa e objetiva de traçar as melhores estratégias de marketing digital, como por exemplo: um botão de call to action que recebe poucos cliques está fazendo sentido para o usuário? A frase presente no botão é atrativa? Como esse CTA pode ser mais atrativo? Assim, não se deve analisar os pontos de baixo interesse do público como um erro irreversível, e sim como oportunidades de aperfeiçoamento que não seriam possíveis sem o heatmap.

    Ao trabalhar com o heatmap, você gera maiores pontos de conversão para cada etapa do funil, além disso, essa ferramenta ajuda a entender as preferências de navegação dos usuários. Uma das estratégias que podem ser adotadas é a otimização dos conteúdos, para que tenham divisão estratégica de parágrafos, maior escaneabilidade, e que, assim, possam ter maior chance de serem lidos do início ao fim. 

    Uma das métricas que mais impacta num site é a taxa de rejeição, que acontece quando um usuário abandona a página muitas vezes sem converter nem interagir. Por isso, ao usar o heatmap, é possível identificar formas de fazer com que haja a permanência de um visitante no seu e-commerce ou blog.

    Como é feito o heatmap?

    O mapa de calor é feito de forma automatizada por meio de softwares que monitoram o acompanhamento dos visitantes de um site. A partir daí, são rastreadas as atividades que geram os mapas para fazer relatórios referentes a um determinado período. 

    As ferramentas de heatmap disponíveis ajudam a rastrear a movimentação dos visitantes, programar testes, pedir feedbacks aos usuários, e oferecer outros dados valiosos para melhorar a experiência do usuário obtendo o máximo de conversões. Vamos descobrir um pouco sobre cada uma delas, a seguir.

    Conheça as ferramentas de heatmap

    Cada ferramenta varia e possui suas próprias características, apesar de terem algumas tarefas em comum. Por isso, é importante saber um pouco sobre cada uma delas e qual se adequa melhor ao seu objetivo dentro das estratégias de vendas, conversão e etc.

    Hotjar

    Uma das ferramentas mais famosas do mundo, possibilita trabalhar com heatmaps, mapas de gravação e ainda traduz as informações para otimizar as estratégias de conversão dentro do funil de vendas. Além disso, é possível inserir pesquisas internas para os visitantes, colhendo os feedbacks em tempo real.

    Crazy Egg

    Uma ferramenta muito simples de acessar e que traz dados relevantes por meio do seu heatmap. Assim, entender a jornada do cliente será fácil com landing pages com os resultados, relatórios visuais, heatmaps e gravações de sessões individuais.

    Mouseflow

    Por meio de seus heatmaps, essa ferramenta avalia o comportamento do usuário dentro de um site e ajuda na compreensão das etapas de conversão do funil. Também é possível criar pesquisas quantitativas e qualitativas enquanto o usuário navega, dessa forma, coletando em tempo real o feedback.

    Agora que você já aprendeu um pouco sobre Heatmap, confira outras dicas de Técnicas de SEO. Entre em contato com a Yooper e tenha a melhor consultoria de ecommerce!

  • O que é uma DMP e quais os benefícios para seu negócio

    O que é uma DMP e quais os benefícios para seu negócio

    Em média, uma pessoa é impactada por até três mil anúncios ao dia. Esse alto volume faz com que 50% dos consumidores pare de prestar atenção nas publicidades online ou use ferramentas para bloqueá-las. A sobrecarga de campanhas que uma pessoa tem acesso ao dia é resultado de um marketing online feito de maneira pouco estratégica, genérica e sem foco específico. 

    Quando as marcas entendem que não é o volume de entrega que conta, mas sim sua qualidade, elas conseguem aumentar o ROI das campanhas, gerar mais conversão e melhorar o relacionamento com o seu público. E quando falamos em qualidade, não estamos nos referindo ao criativo, mas sim a adequação da distribuição do anúncio para um público estratégico. 

    Conhecer quem são os clientes e potenciais consumidores de um produto ou serviço e entregar para eles campanhas estratégicas faz com que a publicidade online seja mais assertiva. Como fazer isso? Uma DMP pode ajudar.

     

    Afinal, o que é uma DMP?

     

    A Data Management Platform é uma ferramenta de gestão de dados que separa o público de um negócio em clusters que podem ser ativados em mídia programática, redes sociais, buscadores, entre outros. 

    A plataforma concentra informações, principalmente, first e third party, ou seja, dados proprietários da marca e informações coletadas por outras empresas. No caso dos first party é usada uma estratégia de rastreamento das informações de quem acessa o site da marca, entendendo o comportamento online de quem já se relaciona com a empresa. É possível também fazer o onboarding das informações para a DMP, integrando dados cadastrais, provenientes de pesquisas da marca, enfim, toda informação online e offline que o negócio tiver sobre seus clientes. 

    Já no caso do third party, a DMP disponibiliza informações de uma banco de dados robusto para complementar. Geralmente, essas são mais específicas, como faixa salarial, quantidade de filhos, comportamento de compra, etc. 

    Importante salientar que é crucial na hora de escolher uma DMP optar por uma que esteja em compliance com as leis de proteção de dados. Toda informação presente na plataforma precisa ter sido autorizada ser captada pelo usuário e ser anônima.

     

    Mas como ativar os dados de uma DMP?

    Com todas essas informações na mão, a marca pode, por exemplo:

     

    • Criar clusters para segmentar melhor suas campanhas, tornando-as estratégicas. Com a ferramenta é possível, por exemplo, saber quem são as pessoas que visitam o site da marca e acessam a página de um produto específico. Conhecendo o perfil destes consumidores, é possível criar um cluster de pessoas com as mesmas características e segmentar a campanha para este público;
    • Criar personas completas;
    • Entender o que os consumidores procuram para apostar no desenvolvimento de novos produtos;
    • Conhecer o perfil de consumo e pessoal dos clientes a fim de evitar fraudes;
    • Fazer campanhas de remarketing de forma assertiva. 

    Procure por uma DMP de qualidade

    Além de entregar uma banco de dados robusto, uma DMP precisa permitir o onboarding de dados da empresa. A Tail oferece uma DMP que tem ferramentas como o Lookalike, que amplifica audiências; pode ser integrada com plataformas de mídia programática, redes sociais e buscadores; está em compliance com a lei; traz dados onlines e offlines para amplificar o alcance da marca; e imprime inteligência no processo ao passo que permite a análise de comportamento do consumidor. Faça uma teste: www.tail.digital

  • Descubra o que são e como funcionam os links patrocinados

    Descubra o que são e como funcionam os links patrocinados

    No marketing digital, há uma série de estratégias com o objetivo de aumentar a conversão de um site. Muitas vezes, o tráfego até os sites é obtido de forma orgânica, que é quando os usuários chegam até ali de maneira espontânea. Mas é possível traçar planos para dar um empurrãozinho na atração de visitantes, e isso pode ser feito por meio de links patrocinados, que basicamente são os anúncios pagos que aparecem no topo das pesquisas dos mecanismos de busca.

    Apesar de parecer algo recente, a primeira vez em que os links patrocinados apareceram foi no ano de 1998, que já tinha basicamente o mesmo objetivo que usamos hoje em dia. Apenas três anos depois o Google ofereceu um acordo de 300 milhões de dólares pela patente dos links patrocinados da Internet, em 2002, foi a vez do Yahoo! e em 2005, o UOL.

    Atualmente, esses anúncios patrocinados são sinalizados com a palavra “anúncio”, “patrocinado” ou “pago”, e sempre estão em destaque, seja na busca do Google ou nos feeds do Instagram e do Facebook. Nas redes sociais, os links patrocinados aparecem como alternativas ou sugestões relacionadas a pesquisas feitas anteriormente pelo usuário, seja num e-commerce ou no próprio Google. Quer saber mais sobre eles? A seguir, te contaremos tudo o que você precisa saber sobre os links patrocinados!

    Tipos de links patrocinados

    Os formatos de links patrocinados são definidos pelos tipos de cobrança. Os valores pagos dependem do modelo de anúncio e palavra-chave escolhidos, e são separados em:

    • CPC – Custo Por Clique: O anunciante paga por cada clique que irá direcionar ao site de destino. Dessa forma, para calcular o CPC basta dividir o total investido no anúncio pelo número de cliques recebidos.
    • CPM – Custo Por Mil Impressões: Quando o anúncio atinge mil impressões, ou seja, exibições para o usuário na internet, o anunciante paga uma quantia predeterminada para cada mil impressões.
    • CPA – Custo Por Ação: No CPA, o anunciante só paga quando o usuário realiza alguma ação dentro do site, como por exemplo o download de um material, uma compra, entre outros exemplos.
    • CPV – Custo Por Visualização: É o valor pago pelo anunciante a cada vez que o anúncio for visualizado.

    Por que investir em links patrocinados?

    Muitas pessoas não vêem com bons olhos o uso de anúncios pagos como uma das estratégias de marketing digital, mas o fato é que os links patrocinados podem trazer muitos benefícios para o seu produto ou serviço. Algumas vantagens de criar campanhas com esses anúncios são:

    • Aumento da atração de tráfego para o seu site: O link patrocinado pode direcionar o usuário para o seu site, blog ou landing page para gerar um tráfego que dificilmente poderia ser alcançado organicamente, principalmente se tratando de novos negócios.
    • Aceleração dos resultados: As campanhas de links patrocinados são fundamentais para que você tenha visibilidade com seu público alvo, até por conta da segmentação de público ao criar seu anúncio, ou seja, da filtragem do perfil das pessoas que se interessam pelo que você tem a oferecer.
    • Possibilidade de investimentos flexíveis: Engana-se quem pensa que será preciso desembolsar um enorme orçamento para criar campanhas. É possível fazer anúncios com baixo ou alto investimento, ou seja, a estratégia de links patrocinados é totalmente adaptável à sua realidade.
    • Acompanhamento dos resultados em tempo real: As plataformas de anúncios permitem que você meça o desempenho das suas campanhas em tempo real. Alguns dos números que podem ser medidos são o tráfego, a taxa de conversão de leads, entre outros.

    Checklist para fazer antes de criar seus anúncios pagos

    Links patrocinados são uma estratégia muito democrática de marketing digital, mas nem por isso ela deve ser feita sem um plano detalhado. Antes de mais nada, é preciso analisar os custos do seu anúncio, até porque, quanto menor o valor aplicado no seu anúncio, mais os resultados podem aparecer. de forma demorada Fazer o balanço de quanto você está disposto a pagar e esperar pelo resultado dos anúncios é essencial.

    Para que sua estratégia seja ainda mais eficaz, é preciso ser cuidadoso com a criação do anúncio. Ou seja, escolher as palavras-chave e os canais mais adequados para essa ação. Além disso, não se limite a criar estratégias somente para o Google. Aposte também nas redes sociais e em outros mecanismos de busca, como o Bing, por exemplo.

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    Principais canais para anunciar de forma paga

    Você já sabe quase tudo sobre os links patrocinados, só resta saber em quais canais você pode trabalhar, e como eles funcionam. Confira a seguir quais são os mais conhecidos e utilizados para isso:

    Google Ads

    Um dos principais é o Google Ads (antigamente conhecido como Google Adwords), que é a maior fonte de receita desse site de buscas. Por ali é possível fazer a segmentação de público, fazendo com que você possa criar anúncios para um público qualificado.

    Esses anúncios podem ser feitos de diversas formas: Pela rede de display do Google, que é o conjunto de espaços para anunciar em blogs, portais de notícias, entre outros; pela rede de pesquisa, que é a exibição de resultados de busca por meio de palavras-chave; pelo YouTube, que permite criar campanhas antes, durante ou depois dos vídeos; e pelo Shopping, que permite que você exiba seus produtos diretamente nessa seção.

    Facebook Ads

    Essa plataforma aproveita a audiência da maior rede social global para fazer anúncios por meio da segmentação de público. Tudo isso para que sua página possa ter mais curtidas, que seu site tenha mais leads, entre outras estratégias. Isso pode ser feito por meio do reconhecimento da marca, pelo alcance (ou seja, levando seu anúncio para o máximo de pessoas), por envolvimento com a página, pelo tráfego (atraindo mais pessoas para um destino dentro ou fora do Facebook), pelas visualizações de um vídeo, pelas informações inseridas em um cadastro ou pelas conversões no seu site.

    Instagram Ads

    Os anúncios do Instagram podem ser veiculados no feed ou nos stories dessa rede social. Por ser uma rede social com grande apelo visual, fotos, vídeos e carrosséis com sequências desses conteúdos são utilizados para gerar cliques, visualizações, conversões, etc. No caso de uma imagem ou vídeo, ou de um carrossel deles, há um botão com um CTA para facilitar a conversão. Já nos stories, os anúncios aparecem entre um story e outro da rede do usuário e duram de 5 a 15 segundos, podendo serem anunciados em sequência.

    Linkedin Ads

    Assim como a própria rede social, essa plataforma de anúncios é voltada para profissionais, e também é possível fazer uma segmentação de público. O anúncio pode ser feito com o objetivo de promover seu conteúdo para profissionais, de direcionar o usuário para o seu site ou de enviar mensagens por meio da caixa de entrada dessa rede social.

    Desenvolver uma boa estratégia de anúncios patrocinados é fundamental, já que essa é uma das principais formas de anunciar na Internet. Conte com a equipe de especialistas da Yooper para oferecer as melhores soluções para o seu negócio. Teremos prazer em atender você!

  • O que são backlinks e sua importância para a estratégia da sua empresa?

    O que são backlinks e sua importância para a estratégia da sua empresa?

    No mundo online, tudo se interliga e nada é por acaso, principalmente no que diz respeito às estratégias de marketing digital. Quando você navega por um site de qualidade, por exemplo, pode ter certeza de que, por trás dele, existe um forte investimento em diversas frentes. 

    Isso porque, com a enorme concorrência, não basta ter um site com ótimos índices de busca orgânica sem que haja um empurrãozinho de outras técnicas para que ele tenha ainda mais relevância nos mecanismos de busca.

    E nesse post, vamos falar de uma delas, os backlinks

    Essa estratégia de SEO faz parte do que chamamos de link building que, como o próprio nome diz, visa construir links que direcionam os leitores a outros sites e páginas com outros conteúdos relacionados. Tudo isso para mostrar para o Google e outras ferramentas de busca que tais links têm grande relevância.

    Esse inclusive era um dos principais fatores de rankeamento do Google, e, mesmo com outras estratégias sendo incorporadas para posicionamento dos sites, os backlinks continuam sendo essenciais.

     

    Como o Google entende o backlink?

    Em SEO, quando fazemos uma ligação interna que seja relacionada com o conteúdo do site que abriga o backlink, queremos dizer ao Google que aquele link é autoridade no assunto, ou seja, que é uma referência para outros sites. 

    E, obviamente, ser reconhecido como expert no seu campo de atuação é uma forma significativa de ganhar visibilidade. Os backlinks podem ser divididos de maneira macro da seguinte forma:

    Backlinks Internos

    Os backlinks internos são as ligações feitas sob o mesmo domínio, ou seja, dentro de um mesmo site para direcionar o leitor a outros conteúdos adicionais. Essa técnica ajuda a aumentar o tempo de permanência do usuário no site, assim sendo, evita a métrica bounce rate, que é a taxa de rejeição de um site por seus visitantes.

    Backlinks Externos

    Os backlinks externos são aqueles feitos dentro de outros domínios, e geralmente acontece quando, naquele link, é encontrado um conteúdo adicional que não existe no site que recebe a linkagem. 

    Dessa forma, os mecanismos de busca entendem que aquele link é tão relevante e importante que é necessário ser mencionado em um site de terceiros, além de ser uma forma indireta de gerar tráfego a partir daquele link.

    Ao destrinchar os tipos de backlink, encontramos as seguintes tipificações:

    • Link juice: quando um link possui o mesmo nível de autoridade do site que o recebe. 
    • Root domain: o root domain diz respeito ao número de backlinks que chegam ao site de um mesmo domínio. Dessa forma, ainda que haja vários backlinks de um mesmo domínio, será considerado como um único backlink.
    • Low quality link: como o próprio nome diz, está relacionado com a baixa qualidade dos links, que podem ser provenientes, por exemplo, de sites de spam, diretórios, compras de backlinks, sites pornográficos, entre outros.
    • Internal link: como vimos anteriormente, são os links internos dentro do mesmo site, que mantêm o leitor ali por mais tempo.
    • Dofollow link: esse tipo de backlink permite que todos os links adicionados em um site funcionem como backlinks válidos, e esse é o padrão.
    • Nofollow link: a tag “nofollow” aparece no HTML para dizer aos mecanismos de busca que um determinado backlink não deve influenciar no ranqueamento do site, uma vez que esse tem confiabilidade duvidosa.
    • Anchor text: é o texto usado para hiperlinks, e são usados para aumentar a autoridade no uso de determinadas keywords.

     

    Como diferenciar um bom e um mau backlink?

    O backlink no marketing de conteúdo deve ser feito de maneira coerente, pois de nada adianta fazer linkagens aleatórias acreditando que o Google e outras ferramentas não farão a leitura do link building. 

    O que é classificado como um bom backlink é aquele que vem de um site:

    • verificado pelo Google;
    • que já é considerado uma autoridade por parte desse mecanismo de busca;
    • que tem alta qualidade;
    • que apresenta conteúdos originais;
    • e que não tem o atributo no follow anexado às propriedades do link.

    Além disso, um site com backlinks ruins pode ser penalizado pelo Google, por exemplo, com a remoção do backlink. Isso porque ele interpreta que esses links mal utilizados estão somente destinados a manipular a classificação de um site nos resultados da pesquisa do Google. Assim sendo, é como se fizessem parte de um esquema de links e da violação das diretrizes do Google.

     

    Como fazer backlinks?

    No marketing de conteúdo, criar estratégias de link building é o primeiro passo para tornar seu site relevante. O primeiro passo é focar numa ótima produção de conteúdo, visando artigos originais, completos, com informações fresquinhas e interessantes para o público alvo. 

    Dessa forma, um bom número de pessoas será atraído por passar a considerar seu conteúdo relevante, gerando recomendações dele a novas pessoas. E não só pessoas, mas outros sites, que passarão a fazer backlinks do seu site.

    Também é importante dentro das estratégias de SEO para backlinks fazer parcerias com outros sites para escrever conteúdos diretamente para eles, como convidado, e também recebendo especialistas em seu site. Escrevendo artigos relevantes para outros sites e convidando experts para criar conteúdos com propriedade no seu site, são obtidos backlinks de qualidade em ambos os casos.

    Também é válido comentar em blogs e fóruns, ainda que usem nofollow links. Mas é preciso evitar linkagens aleatórias, sempre procurando fazer comentários que acrescentem algo àquele post, o que mostra que você está sendo citado e, assim, está marcando presença.

    Além disso, não negligencie as redes sociais. Participar ativamente e criar um relacionamento com visitantes e clientes é essencial, já que as interações são positivas, e fazem com que haja a réplica natural de links.

    A importância dos backlinks ultrapassa as barreiras do tempo, justamente por ser um conjunto de ações altamente eficazes e detalhadas para ranquear melhor o seu site. Esse conjunto de estratégias têm funcionado há muito tempo, e acrescido de novidades que te ajudam a sair na frente. 

    Por isso, traçar ótimas estratégias é fundamental dentro do marketing digital, e é preciso contar com especialistas. Venha tomar um café com a gente e conheça as soluções desenvolvidas pela Yooper para o seu negócio!

  • Marketing e vendas: entenda a importância de ter uma equipe motivada

    Marketing e vendas: entenda a importância de ter uma equipe motivada

    Como você vai trabalhar todos os dias? Animado, empolgado em produzir e engajado com as metas da sua empresa ou desmotivado, pensando no filme de super-herói no cinema ou em sair mais cedo para um happy hour com os amigos?

    A resposta para essas perguntas pode ter um impacto que você nem imagina. E é justamente isso que as palestras de motivação tentam influenciar quando são realizadas.

    O fato é que um trabalhador mais motivado e engajado com a empresa representa um ativo muito poderoso para a companhia, principalmente quando se trata de profissionais de marketing.

    Por isso, é importante contar com técnicas motivacionais que ajudam a manter um alto nível de engajamento e motivação entre os funcionários. Uma das estratégias mais eficazes nesse caso são as palestras, especialmente aquelas ministradas por profissionais especializados.

    Quer saber mais sobre o impacto positivo que uma palestra de motivação pode ter na sua empresa? Então siga a leitura!

    8 em cada 10 funcionários relatam que trabalhariam mais se fossem mais motivados

    Em uma pesquisa da Blackhawk Network, 77% dos trabalhadores (ou seja, 8 em cada 10 funcionários) responderam que trabalhariam melhor se fosse mais motivados e reconhecidos pelas suas empresas.

    O que esses funcionários estão falando (e repare que é uma porcentagem altíssima, o que denota um problema claramente global) é que eles não se sentem com um propósito de carreira.

    De fato, realizar a mesma função todos os dias sem um propósito maior é frustrante. Você conseguiria? Realizar a mesma tarefa todos os dias, sem nenhum tipo de engajamento ou motivação? É uma tortura.

    É uma tortura que quebra a produtividade e vontade de trabalhar das pessoas. Não é à toa, portanto, que tanta gente comece a semana odiando a segunda-feira. Afinal, devem voltar para o espaço em que não querem estar.

    Por isso é essencial a presença de palestras de motivação que ajudem a engajar os trabalhadores nos objetivos da empresa. Além de mais felizes, eles também trabalharão com mais empenho.

    3 em cada 4 funcionários estariam dispostos a trocar de trabalho agora mesmo

    Sua empresa tem algum planejamento de retenção de talentos? O que a sua companhia faria se, hoje mesmo, os melhores trabalhadores do seu time fossem embora?

    Essa é uma pergunta que gela a espinha de qualquer gestor. Afinal, ninguém quer nem pensar em perder seus principais talentos.

    No entanto, esse é um cenário mais próximo do que você imagina. A mesma pesquisa da Blackhawk mostra que 75% de todos os trabalhadores consideram trocar de empresa imediatamente.

    Isso mostra uma baixíssima infidelidade corporativa. Não é um absurdo: se os trabalhadores não se sentem motivados, como serão fiéis à empresa? É por isso que é importante investir em estratégias de motivação e engajamento da equipe.

    40% dos clientes são fiéis a uma marca quando notam uma atitude positiva dos funcionários

    Esse é um dado excelente que muito gestor ignora: 40% dos consumidores consultados em uma pesquisa internacional revelaram que mostram fidelidade à uma marca quando percebem uma atitude positiva dos funcionários.

    Ou seja: quando entram em uma loja e vêem uma equipe motivada, feliz, engajada, os consumidores sentem a diferença e voltam a comprar ali para sentir isso de novo.

    Por isso é importante contar com palestras de motivação que causem um impacto real na vida profissional das pessoas, uma vez que isso se transforma em lucro e mais vendas na ponta final.

    Trabalhadores desmotivados custam bilhões para a economia anualmente

    De acordo com a Blackhawk Network, o custo estimado que trabalhadores desmotivados na economia americana é de $300 bilhões de dólares. Exato: $300 bilhões de dólares que não são gerados anualmente por causa de uma força de trabalho desmotivada.

    Sabe quanto é o PIB do Chile? $298 bilhões de dólares. Da Finlândia? $273 bilhões. Ou seja: a economia americana deixa de gerar, todos os anos, o equivalente ao PIB do Chile só por ter seus funcionários desmotivados.

    Quanto sua empresa está deixando de ganhar por causa de uma equipe desmotivada? Talvez seu lucro poderia ser 10%, 15% maior? Será que o retorno não compensa o investimento em palestras de motivação, por exemplo?

    Empresas com funcionários mais engajados têm lucros maiores, mais vendas, mais fidelidade de clientes e mais produtividade

    Para completar o nosso bate-papo sobre a importância de impactar positivamente a equipe de trabalho, a Blackhawk pegou os indicadores de desempenho de várias empresas e cruzou com os relatos de motivação dos seus funcionários.

    Empresas que tem uma equipe mais motivada do que a média do mercado registram lucros 27% maiores, 50% mais vendas, 50% mais clientes fiéis e uma produtividade 38% maior do que as companhias com motivação abaixo da média.

    Ou seja: é inegável que causar um impacto positivo nas pessoas se traduz em ganhos de produtividade e financeiros para as empresas. Pessoas mais felizes são funcionários que engajam mais com a companhia.

    Por isso é importante ter um sistema de motivação em mente, que conte com palestras de motivação, planos de carreira e tantas outras ações do tipo.

    E aí, o que achou dos dados citados no artigo? Comente abaixo com a sua opinião sobre o assunto!

  • A importância do SEO para a experiência do usuário

    A importância do SEO para a experiência do usuário

    O SEO (Search Engine Optimization) é um dos temas mais dinâmicos do marketing digital, que exige constante revisão e atualização. Ao longo dos anos, o Google vem incorporando novas tecnologias ao seu algoritmo de busca, principalmente em relação a inteligência artificial, machine learning e natural language. Essas tecnologias, em combinação com outras melhorias, permitem que o Google seja cada vez mais assertivo e preciso ao entregar resultados de busca e mais eficaz na difícil tarefa de eliminar sites que estão usando práticas “spam”, que tentam manipular os resultados para atrair os cliques dos usuários mais desatentos.

     

    A planejar melhor o desenvolvimento de um website e a produção de seu conteúdo para que ofereçam, verdadeiramente, uma experiência satisfatória para o usuário, algo que realmente venha ao encontro do que o usuário buscou. Posicionar o site nos resultados de busca e considerar o momento pós-clique no resultado de busca é pensar na experiência do começo ao fim.

     

    Para começar a ter SEO como aliado ao UX, considere as seguintes questões:

    • Será que, ao entrar no site, após clicar no resultado de busca, o usuário encontrou o que procurava?
    • Será que o usuário consegue chegar ao objetivo, com facilidade, no meu site?
    • Existe algum problema técnico com meu site que impeça o usuário de chegar ao seu objetivo? Por exemplo, o site carrega rapidamente?
    • No caso de um e-commerce, tenho em estoque o produto que ele buscou?

     

    Outro ponto importante e muito discutido, é o uso de click data (dados gerados dos cliques dos usuários) como fator de posicionamento. Indicadores como taxa de cliques (CTR), pogosticking  e tempo entre um clique e outro são alguns dos dados possíveis de se analisar para entender a satisfação do usuário quanto aos resultados de busca. Apesar de serem dados de difícil interpretação sobre a real intenção do usuário, se forem usados analiticamente, são sinais importantes da interação, satisfação e conclusão do objetivo.

     

    Podemos dizer que a experiência do usuário é vital para o sucesso e manutenção de um trabalho de SEO, talvez  não seja o momento a de evoluirmos esse conceito? 

     

    Vamos pensar mais sobre isso!

     

    Atualmente temos buscadores mais inteligentes e um usuário cada vez mais exigente, ou seja o SEO precisa acompanhar esses novos tempos da internet.

    Muitos desenvolvedores investem em estratégias de SEO para aumentar a quantidade de acessos de páginas web. Por meio de tags, uso de palavras-chave e a implementação de padrões mais eficientes é possível melhorar o posicionamento de um site nas páginas dos principais mecanismos de pesquisa. Dessa forma, o número de acessos orgânicos cresce, assim como a taxa de retenção de visitantes.

    Nos últimos anos, o Google, implementou novos critérios para o Page Rank. Eles passam a valorizar mais a necessidade de páginas fornecerem uma boa experiência de uso, com baixo número de plugins, padrões HTML mais modernos e layouts responsivos.

    Hoje, não há mais como pensar em SEO sem levar em conta a UX!

    Segundo uma pesquisa realizada pela Hyper Island, a maioria das marcas já enxerga a experiência de uso como um diferencial competitivo. Nesse cenário, as páginas que seguem as recomendações modernas da W3C – World Wide Web Consortium é a principal organização de padronização da World Wide Web, se destacam por conseguirem priorizar o conteúdo principal em qualquer aparelho, sem que isso comprometa o acesso do usuário. Assim, mais pessoas ficam motivadas a voltarem ao endereço, fazerem compras ou compartilhar conteúdos.

    De acordo com nosso head de SEO, Rodrigo Friano:

    A tendência do SEO é se tornar cada vez mais UX, ou seja, o que vai ditar realmente a regra do ranqueamento, vai ser se o cliente engaja ou não. O tempo que ele fica na página, os elementos que ele interage etc. Isso pode ser visto como a evolução do SEO.

    Quando observamos que a taxa de engajamento, como bounce rate, por exemplo, não é boa, o ideal é fazermos uma análise um para um. Ou seja,é preciso entender se o problema é geral no site ou em algumas páginas específicas. A ideia é fazer um filtro no Google Analytics de taxa de rejeição e ponderar por acessos, conforme exemplo a seguir.

    Desta forma muitas vezes é possível melhorar a taxa de engajamento no site mexendo especificamente nas páginas que puxam essa taxa para fora da curva. Às vezes são produtos específicos que têm 90% de rejeição, e isso aumenta a taxa de rejeição do site como um todo. Para outros KPIs essa análise também serve, é possível identificar ponderadamente as páginas de produto que puxam a conversão pra baixo, manipulando o número geral do site. A análise one to one é a melhor nesses casos e o Google Analytics ajuda muito nisso.

    Podemos listar de uma forma muito usual e fácil de compreender a experiência do usuário aplicadas à práticas de SEO.
    • Desempenho da página
    • Satisfação do usuário
    • Comportamento do usuário
    • Link Building 

    Mesmo fazendo otimizações no site e no conteúdo através das estratégias de SEO, não adiantará se a experiência do usuário for ruim. Por isso, é de extrema importância fazer com que os visitantes tenham uma boa experiência, afinal um site com estrutura e conteúdo ruim irá fazer com que menos pessoas tenham engajamento.

    Portanto, tenha uma hierarquia de informação clara em seu site, com acessibilidade, carregamento rápido e adaptação a dispositivos móveis. Somente desta forma os usuários terão uma boa experiência e voltarão ao seu site.

    Ficou com alguma dúvida como inserir essa prática em seu negócio?

    Fale conosco, os especialistas do #TimeYooper terão prazer em atender você!

  • Saiba como as técnicas de Black Hat SEO podem prejudicar seu site

    Saiba como as técnicas de Black Hat SEO podem prejudicar seu site

    As técnicas de SEO são muito utilizadas para gerar tráfego orgânico e conseguir uma posição melhor nas SERPs. Porém, há formas mais questionáveis de conseguir isso, e uma delas é o Black Hat SEO: um conjunto de ações para enganar os algoritmos do Google em busca de um melhor ranqueamento.

    Por isso, se você que possui um site, tenha em mente que precisa conhecer as técnicas de black hat SEO, mas com intuito de evitá-las.

    Conheça as principais práticas e não as utilize, evitando que seu site e sua imagem na internet seja prejudicada:

    • SEO negativo
    • Keyword stuffing
    • Conteúdo oculto
    • Conteúdo duplicado
    • Cloaking
    • Doorway page (ou gateway page)
    • Linkfarm
    • Private Blog Networks (PBN)
    • Links pagos
    • Blog SPAM

    A seguir, entenda de forma detalhada o que faz cada uma das práticas.

    SEO Negativo: Caracterizado pela inserção de links de baixa qualidade direcionando para os sites da concorrência, os chamados links tóxicos, com intuito de gerar uma punição nos buscadores. É comum a inserção de comentários e avaliações negativas nos sites dos concorrentes e em suas páginas do Google Meu Negócio.

    Keyword stuffing: Trata-se de uma das técnicas mais utilizadas de black hat. Esta, consiste em inserir uma palavra-chave em determinada página quantas vezes forem possíveis com o objetivo de aumentar a consistência das palavras-chaves e apresentar uma boa relevância nos buscadores.

    Conteúdo Oculto: Essa prática consiste em inserir textos que não são visíveis, deixando a cor da fonte igual à do fundo.Neste conteúdo mimetizado insere-se uma enorme quantidade de palavras-chave, termos e links relevantes apenas para os buscadores, sem que o usuário veja. 

    Dentre as formas mais comuns de utilizar essa  técnica são:

    • Reposicionamento do texto para fora da página via CSS
    • Alteração do tamanho da fonte para zero
    • Aplicação de texto na mesma cor do fundo do site

    Conteúdo Duplicado: Copia-se o conteúdo de outras páginas para alimentar um site ou blog.  Essa técnica acaba sendo pouco eficaz, pois o buscador acaba privilegiando a publicação mais antiga em seu ranqueamento.

    Cloaking: É uma prática de camuflagem, que permite configurar uma página do site para que seja exibida para os robôs dos buscadores. Os sites são otimizados para apresentarem aos indexadores um conteúdo diferente do que será apresentado ao usuário, normalmente, é de baixa qualidade e sem relevância.

    Doorway page (ou gateway page): Bastante semelhante à prática de cloaking, o doorway page cria várias webpages, cada uma delas otimizada para uma palavra-chave. Quando o usuário acessar essas páginas encontra um conteúdo genérico, e que geralmente não tem relação alguma com o que foi pesquisado. 

    Linkfarm: Forma-se uma estrutura composta por um site principal e outros sites criados somente para direcionarem o usuário ao enredeço principal. Com isso, o tráfego gerado sempre será constante de forma que o site principal seja muito relevante, o que muito pesa nos critérios do Google, fazendo com que o site sempre obtenha uma ótima posição no ranking.

    Private Blog Networks (PBN): Uma rede formada por diversos blogs e sites que tem o objetivo de gerar links para sites que precisam melhorar suas posições no ranking do Google. Por isso, tome cuidado na hora de criar ou contratar uma PBN, como garantir que os sites usem diferentes CMSs e registrem os domínios no nome de pessoas ou empresas diferentes.

    Links Pagos: Paga-se a um site para gerar um link para o seu. Esses links são gerados como moeda de troca ou troca de favores. Esta é uma prática mais difícil de ser identificada, uma vez que o Google não tem como se certificar, no entanto como forma de tentar identificar esta técnica, o Google analisa a relevância dos sites além de acompanhar de perto sites rapidamente começam a obter muitos links.

    Blog SPAM: São comentários com a tentativa de se obter autoridade e tráfego de uma forma mais fácil. Existem até ferramentas desenvolvidas somente para distribuir links nesses locais.Hoje a única vantagem que existe ao incluir um link em comentários e fóruns é a geração de tráfego e a possibilidade de geração de leads.Nesse caso, se o link for relevante para a discussão e comentários do conteúdo, incluir um link nesses locais podem trazer resultados positivos.

     

    Alternativas ao Black Hat SEO que realmente geram resultados

    Conforme vimos acima, o Black Hat SEO pode prejudicar o desempenho das suas páginas, certo? Por isso, o #TimeYooper listou algumas alternativas para que você consiga gerar bons resultados de forma limpa. 

    Páginas responsivas

    Os acessos via dispositivos móveis são cada vez mais comuns atualmente e é preciso pensar nos usuários que acessam as suas páginas por meio de smartphones e tablets. Sendo assim, garanta que a sua página seja Mobile Friendly e tenha um design responsivo, este formato é extremamente valorizado pelo Google.

    Criatividade na escolha das palavras-chave

    Utilizar as palavras-chave corretas pode ajudar também no seu ranqueamento. Uma dica é ficar de antenado nas “pesquisas relacionadas” que o próprio Google fornece no final de qualquer busca. Porque ali, você pode identificar termos em potencial para serem utilizados em seu blog ou site.

    Invista em Meta Descriptions

    Com essa técnica, você tem mais uma chance de mostrar ao visitante que a sua página tem o conteúdo de qualidade e aumenta as possibilidades de receber um clique.

    Agora que você conferiu todas as dicas e já conhece as principais técnicas de black hat, não vai quer se arriscar, correto?

    Caso tenha dúvidas de como colocar em prática todas essas técnicas de SEO , entre em contato conosco para que possamos te ajudar!

    Agora que você conferiu todas as dicas e já conhece as principais técnicas de black hat, não vai quer se arriscar, correto?

    Caso tenha dúvidas de como colocar em prática todas essas técnicas de SEO, entre em contato conosco o #TimeYooper tem profissionais altamente qualificados e experientes para que te ajudar!

  • Como alavancar suas vendas nas mídias sociais?

    Como alavancar suas vendas nas mídias sociais?

    Conquistar a audiência e ter relevância na sua marca nos meios digitais não é uma tarefa fácil, já que a concorrência nesse ambiente aumenta cada vez mais. A única saída para se destacar é criar uma sólida estratégia de marketing digital.

    Veja a seguir os passos para alavancar sua marca:

    Identifique a persona: Para atingir o seu público-alvo, primeiramente você precisa conhecê-lo e estar atento no que o cliente espera de você, estabelecendo uma relação de proximidade e interação.

    Poste conteúdo relevante: Sempre priorize a qualidade nos seus produtos ou serviços e produza conteúdo que prenda a atenção dos visitantes para que eles se sintam familiarizados ao navegar em seu site. Evite erros gramaticais e invista em conteúdos criativos que permitam a interação com os usuários.

    Poste em várias Redes Sociais: Para aumentar o engajamento nas redes sociais é preciso postar conteúdo em mais de um canal, portanto usufrua com sabedoria das redes sociais que podem ser utilizadas a seu favor. Uma dica importante é combinar todas essas ferramentas e publicar conteúdo integrado entre elas, isso garante o alcance de um público maior.

    Monitore e mensure os resultados: Manter um bom engajamento nas redes sociais não é só ter estratégia, é necessário manter um acompanhamento constante dos resultados da sua interação na internet. Monitore os comentários, horários e tudo que pode te auxiliar a ter uma melhor análise.

    A seguir, separamos dicas especiais para ajudar você a aprimorar o seu planejamento alavancar as vendas do seu negócio em cada uma das mídias sociais.

    Facebook

    Segundo a pesquisa do Datafolha, mesmo com a queda de acessos, comparado ao ano de 2017, o Brasil é um dos países que mais consome conteúdo no Facebook, 56% dos entrevistados disseram ter conta na rede social.

    Com o Facebook, os usuários conseguem divulgar o lançamento de produtos, entregar conteúdo relevante para seus seguidores, abrir um canal para prestar suporte para os clientes e fazer vendas. Uma das opções para potencializar sua utilização é utilizar a ferramenta de anúncios do Facebook Ads. Para começar a utilizar, basta criar uma Fanpage para que os anúncios sejam integrados à linha do tempo das pessoas que te seguem.

    Instagram

    O Instagram é uma rede dinâmica e muito visual e, hoje, é a preferência do público geral, pois ela permite que o usuário interaja em tempo real e visualize as publicações em pouco tempo. Assim como o Facebook, o Instagram também tem sua própria ferramenta de anúncios, o Instagram Ads, que é uma ótima opção para quem quer atingir uma audiência maior.

    Separamos algumas dicas para você ter sucesso nas estratégias do Instagram:

    • Produza conteúdo de qualidade;
    • Mantenha a biografia sempre atualizada;
    • Use hashtags;
    • Use o Stories;
    • Faça networking no Instagram;
    • Seja diferente – Mostre o que as pessoas não podem ver fora do Instagram;
    • Siga perfis interessantes para seu negócio e seja seguido de volta.

    Twitter

    O Twitter é uma rede social indispensável para quem quer interagir com o público de forma mais rápida e direta.

    Além dos tweets, também é possível publicar fotos, vídeos e até mesmo links para páginas externas. No entanto, a vida útil média de um tuíte é de só 18 minutos e acaba sendo quatro vezes menor que a de qualquer postagem no Facebook. Por isso, os tuítes e técnicas de marketing digital precisam ser bem planejadas para engajar pessoas e atrair atenção do público.

    A seguir, separamos algumas dicas valiosas para ter sucesso e alavancar sua marca no Twitter:

    • Otimize sua bio e mostre a cara da sua marca;
    • Faça Tweets em horários de pico;
    • Utilize as hashtag adequadas;
    • Utilize imagens e vídeos para aumentar os retuítes;
    • Faça enquetes para interagir com seus seguidores;
    • Use CTA’s criativos;
    • Faça teste A/B nos títulos;
    • Procure influenciadores para ter mais exposição;
    • Faça anúncios.

    Pinterest

    Essa é uma rede social utilizada para compartilhar referências de imagens. Apesar de ainda não ter muita força, algumas empresas já aderiram ao seu uso, pois identificaram ter uma comunidade de usuários muito engajados. Uma maneira eficiente de usar o Pinterest para atrair tráfego é criando seu próprio board. Com isso, é possível compartilhar infográficos, imagens próprias e até mesmo tutoriais explicando como utilizar seus produtos/serviços.

    LinkedIn

    O LinkedIn é uma rede social com foco em conectar profissionais. Apesar disso, é um canal onde pode ser utilizado para divulgar sua marca e se fazer ser visto como uma autoridade e aumentar a relevância da sua marca no mercado. Além disso, o LinkedIn possibilita ampliar seus contatos e fazer networking e assim investir em anúncios estratégicos para a mídia.

    YouTube

    O YouTube é uma rede social de vídeos do Google que hoje conta com mais de 1 bilhão de usuários cadastrados e é considerado um dos buscadores mais importantes, pois os usuários utilizam o YouTube para pesquisar conteúdos diversos. Com um canal no YouTube, é possível divulgar produtos/serviços, criar vídeos que eduquem sua audiência e ajudem as pessoas a resolverem pequenos problemas diários relacionados a sua área de atuação, tutoriais, etc. O ideal é que sua marca crie conteúdo que se diferencie no mercado e que chame a atenção de sua audiência.

    Confira a seguir, algumas dicas que o #TimeYooper separou para seu Youtube bombar:

    • Estruture os recursos necessários para obter um canal;
    • Produza conteúdo inteligente;
    • Faça anúncios;
    • Análise e mensure seus acessos.

    Com esses passos, você conseguirá planejar e aumentar as vendas do seu negócio. Ficou com dúvidas, fale com a gente, o #TimeYooper terá um prazer de falar com você!

  • Quer abrir um e-commerce? Entenda como funciona o mercado

    Quer abrir um e-commerce? Entenda como funciona o mercado

    Provavelmente você já ouviu falar sobre o termo “e-commerce”, ou traduzindo para o português comércio eletrônico. A palavra e-commerce nada mais é do que venda de itens pela internet e todas as etapas desse processo online, como a gestão de estoque e a logística de despacho de mercadorias e podem ser realizadas em diversos tipos de dispositivos (sites, app, etc).

    De acordo com pesquisa realizada pela a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico – ABComm, o comércio eletrônico deve atingir um volume de vendas de R$ 79,9 bilhões este ano. Traduzindo, esse número representa um crescimento de 16% quando comparado com o resultado atingido em 2018 pelas lojas virtuais do país.
    Além disso, o comércio eletrônico está em alta no mundo inteiro, com indicadores que tendem a melhorar cada vez mais. A expectativa global é de que, até 2025, o comércio eletrônico movimente incríveis US$ 4 trilhões, sendo o Brasil um dos países requisitados para se manter aquecido até o período.

    Então está claro que o e-commerce pode ser considerado o canal de venda mais promissor e rentável dos últimos anos,né?

    Quer abrir um e-commerce? Entenda como fazer!

    O primeiro passo para abrir uma loja virtual é se atentar e seguir alguns importante para obter o sucesso desejado.

    Escolha o nicho e produtos: Esta é uma etapa crucial para entender o mercado e ficar por dentro das principais tendências de nichos e segmento do novo negócio, estabelecendo assim um parâmetro para as suas próximas decisões.

    Plataforma: Escolher um bom serviço de hospedagem é uma etapa importante e que impacta diretamente n o sucesso ou fracasso da sua loja virtual. A estabilidade da loja na internet e a proteção dos dados dos clientes é fundamental para passar credibilidade aos consumidores

    Meios de pagamento: O mercado oferece diversas soluções para a implantação de formas de pagamento online. A plataforma de e-commerce influencia diretamente na integração com os modelos de pagamento, portanto fazer uma boa escolha importante passo para vender mais e ter opções adequadas aos consumidores.

    Logística: No comércio eletrônico a maioria das reclamações sobre compras realizadas são em relação a falhas no prazo de entrega. Por isso, sempre tenha uma estrutura que possa garantir que os produtos vendidos serão entregues dentro do prazo estipulado em sua política de entregas. Isso garante a qualidade do serviço e faz com que o cliente confie na marca e volte a comprar em seu site.

    Divulgação: Invista no planejamento de marketing digital da sua loja, defina uma parte do seu tempo e dinheiro para captação de novos clientes e utilize algumas ferramentas para te auxiliar (conteúdo, Redes Sociais, Google Adwords, Aumento de Conversão, E-mail Marketing, etc).

    Após ter definido esses pontos, vocês está pronto para começar a criar sua loja e bombar nas vendas!

    Conte com nossos serviços para te auxiliar,o #TimeYooper é especialista em marketing digital e ficaremos felizes em poder atender você!

    BOA SORTE!