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  • Por que contratar uma agência Google Partner Premier?

    Por que contratar uma agência Google Partner Premier?

    Sabemos que o marketing pode ser uma área menosprezada dentro de uma empresa. É o famoso “meu sobrinho faz por R$50”, que irrita tanto os profissionais da área. Entretanto, quem trabalha diretamente com a criação de conteúdo e com a análise de dados sabe a importância de ter uma agência qualificada para trazer bons resultados. Então, por que não conhecer a potencialidade e o diferencial de um time reconhecido como parceiro do Google?

    Sim, existem agências que possuem o selo de parceria do próprio Google. A gigante da tecnologia oferece três tipos de parceria, sendo eles: membro, parceiro e partner premier. A Yooper conquistou o selo mais cobiçado pelas agências de marketing do Brasil e do mundo: hoje, comemoramos mais um ano sendo Google Partner Premier

    Mas, você sabe o que isso significa? Caso não, acompanhe este artigo, com ele vamos abordar alguns temas para responder a pergunta “Por que contratar uma agência Google Partner Premier?”. 

    Dentre estes tópicos, estão:

    • O que significa ser parceiro do Google;
    • O que é o selo Google Partner Premier;
    • Como conseguir o selo;
    • Quais as diferenças entre os selos;
    • Por que este reconhecimento é importante para as agências.

    Ficou interessado? Então, continue com a gente! Estamos aqui para evitar que você caia na falácia de que o marketing está presente no DNA de todo brasileiro! 

    Google Partner: o que é?

    Podemos dizer que a parceria com o Google é, nada mais nada menos, do que um reconhecimento de todo trabalho duro e de qualidade feito pela agência. Por isso, podemos afirmar que o selo Google Partner é conquistado e não dado!

    O Google impõe, resumidamente, uma série de obrigações para certificar uma empresa. São elas: performance de alto nível, gastos para o impulsionamento de mídias pagas e certificações dos funcionários. Afinal de contas, estas qualidades são essenciais para o crescimento dos seus clientes e, consequentemente, da sua empresa.

    Portanto, se uma agência consegue reunir essas três qualidades, as chances dela se tornar uma parceira oficial do Google são grandes! Entretanto, para fazer parte do seleto grupo de partner premier, estas obrigações se tornam ainda maiores. 

    O que é Google Partner Premier?

    Vamos falar um pouquinho sobre o certificado máximo oferecido pelo motor de busca mais importante do mundo? 

    Basicamente, estar dentro do Partner Premier do Google significa que você está entre as 3% das melhores agências de marketing do país – e sim, a Yooper faz parte desta porcentagem! 

    Por isso, podemos dizer que esta é a categoria mais almejada, e ao mesmo tempo mais exclusiva do programa de parceria do Google. Então, para conquistá-la, a agência de marketing precisa fazer por merecer!

    Como conquistar o selo Google Partner Premier?

    Assim como em uma receita de bolo, conquistar o seu selo Google Partner Premier possui os seus ingredientes especiais. São eles:

    • Performance. Segundo o próprio Google, você precisa manter a sua pontuação de otimização em, no mínimo, 70%. Ou seja, suas estratégias de SEO, ou Search Engine Optimization, precisam ser efetivas e de qualidade;
    • Gastos. Nesta parte, precisamos citar as mídias pagas. O Google exige o investimento de 10 mil dólares em 90 dias nas suas contas de gerenciamento de anúncios. Ou seja, em três meses, você precisa ter uma verba de, aproximadamente, R$55 mil;
    • Certificações. Por último, mas não menos importante, 50% do seu time precisa conter certificações.

    Mas por que isso tudo? Simples: 

    • A performance mostra que sua agência preza pelos resultados e segue uma série de passos impostos pela plataforma para um bom rankeamento;
    • Os gastos demonstram um incentivo a mais para mídia paga, um dos pilares de toda estratégia de marketing, que é muito procurado por quem deseja adquirir novos clientes;
    • Os certificados garantem que seu time se mantenha atualizado e especializado nas ferramentas oferecidas pelo Google.  

    Podemos dizer que esses são três pontos muito importantes para tornar a sua agência um negócio de sucesso. 

    A diferença entre os selos

    Como já falamos anteriormente, o Google disponibiliza três níveis de parceria. O maior nível, o Partner Premier, já foi bastante comentado. Entretanto, ainda existem mais dois jeitos de se tornar uma agência parceira do Google. 

    Vamos conhecer um pouco mais sobre os Membros e os Parceiros?

    Nível Membro

    Ao se tornar um Membro, a agência ganhará benefícios básicos para crescer e se desenvolver no mundo do marketing digital. Este nível funciona como um incentivador para que as empresas continuem buscando evoluções constantes em seus serviços. 

    Nível Parceiro

    Este é o nível intermediário do Programa de Parceria do Google. Para fazer parte, a empresa precisa ter os mesmos requisitos dos membros Partner Premier. Ou seja: 70% de desempenho de performance, 10 mil dólares investidos em anúncios nos últimos 90 dias e, no mínimo, 50% dos analistas com certificação. 

    A única diferença é que a sua agência não entra no ranking das 3% de melhor desempenho durante o ano. Portanto, os benefícios encontrados no nível Parceiro são um pouco menores em relação ao Premier, mas bem maiores do que os disponíveis para os Membros. 

    Porque ser parceiro do Google – Case Yooper

    O certificado de parceria do Google não é apenas uma decoração para a parede do nosso escritório! Ser uma agência parceira é uma representação do trabalho duro feito por um time muito competente e experiente no que faz. 

    Além do reconhecimento, existem alguns benefícios disponibilizados pelo Google aos seus parceiros. A Yooper é um membro do Partner Premier e, por isso, recebe muito auxílio da plataforma. São eles:

    • Educação e insight, como o treinamento do time com as ferramentas oferecidas pelo Google e relatórios para clientes;
    • Acesso e suporte, tal como ajuda especializada para acessos ao Google Ads;
    • Reconhecimento e recompensas, como ofertas promocionais, diretor e o próprio selo do Google Partners. 

    Se você está pensando em contratar uma agência que seja reconhecida pelo Google como uma das melhores do país, então convidamos você a conhecer as soluções e serviços da Yooper. Entre em contato conosco e veja os nossos trabalhos!

  • Como acompanhar os resultados e quais KPI’s devo olhar no dia a dia?

    Como acompanhar os resultados e quais KPI’s devo olhar no dia a dia?

    (Leandro) – Olá pessoal, tudo bem? Meu nome é Leandro Gorzoni CEO e fundador da agência Yooper. Este é o FAQ YOOPER, um debate estratégico com as nossas lideranças sobre as principais dúvidas do mercado de marketing digital. Hoje estou com a Luana Merlyn e a Giovanna Brazan, nossas coordenadoras de Performance aqui da agência.

    E vamos ao debate, como acompanhar os resultados e quais KPI’s devo olhar no dia a dia da operação? Temos diversos KPI’s e cada um acaba olhando para o que acredita fazer mais sentido. E eu quero ouvir de vocês, para quais costumam olhar no dia a dia, quais acreditam que o mercado deveria olhar de maneira geral e  como vocês veem esse follow de resultados sendo feito através de KPI’s.

    (Giovanna) – Se questionar sobre como acompanhar os resultados é o ponto inicial, pois tem muita coisa para ser olhada através de tags, por exemplo, todo os códigos necessários precisam estar instalados para que a gente consiga mensurar, acompanhar e rastrear tudo, não somente a parte de anuncio, tudo o que você conseguir para que consiga ter um olhar geral, então planeje-se para ficar tudo certinho na parte de mensuração. 

    Pois não tem como a gente não ter visão sobre a quantidade de acessos em um site por exemplo e se a gente não taguear isso, não vamos olhar e no final das contas não vamos conseguir entender que está expandindo a base. 

    Além disso, conseguir acompanhar o Analytics que é a principal ferramenta que a gente olha e conseguir compilar a maior parte de dados de performance disponíveis e entender quem são os novos usuários, os recorrentes, conseguimos olhar também para a taxa de conversão, taxa de rejeição, qual o tempo médio que esses usuários estão ficando no seu site para conseguir converter é óbvio olhar também para a receita. 

    Por exemplo no comércio eletrônico, não é só colocar o pixel onde você acompanha o usuário, temos que ter todo um trabalho de entender as etapas de funil e isso serve para google, orgânico, anúncios, temos o social como Facebook Ads onde temos um funil especial por lá também,  é basicamente uma junção de ferramentas onde a gente olha bastantante. Além das ferramentas é muito importante ter muita clareza sobre qual é a sua meta, o quanto você está investindo e olha para o ROI, esse KPI’s são os que a gente olha dia a dia.          

    (Leandro)- Vou lançar uma pergunta aqui, quais os três principais KPI’s que vocês olham no dia a dia?  

    (Giovanna) – Pensando no macro de uma operação, costumo olhar bastante a receita, é importante olhar também para a parte de consumo, ou seja, quanto estamos investindo em cada canal entre consumo e receita. Costumo olhar para os acessos porque a partir do acesso a gente consegue vender custo por esse acesso a gente consegue vender para o CTR de uma performance com criativo.

    (Luana) – Bom, estou pensando em várias respostas, porque tem muita coisa que dá para olhar. As ferramentas eu não tenho nada a complementar, pois a Gi trouxe muito bem, mas eu tenho uma questão polêmica e vou trazer mais no finalzinho, por que sei que sua opinião Lê, é diferente da minha. 

    (Leandro) – Gosto, adoro polêmicas e esse é um debate. Vamos lá.   

    (Luana) – Se eu fosse escolher uma que eu goste muito de olhar,  seria o CPA ou seja o quanto você paga por cada aquisição e explicando até parece óbvio, mas a prática não é. Se eu coloco um orçamento, vamos supor 20 reais em uma campanha e eu pago por cada compra 10 reais, isso quer dizer que eu só vou trazer duas compras no dia. O curioso é que por vezes o cliente vai falar que é muito pouco sem antes ter essa noção, pois no fim é quanto o orçamento comporta, por isso a importância em ter esse raciocínio.        

    Outro exemplo seria, se eu invisto 20 reais, mas a compra custa 40 logo eu não estou dando conta do lance que eu preciso. Então esse é um KPI que eu gosto bastante de entender até para saber se precisamos reduzir esse custo ou não. 

    (Leandro) – E isso é muito comum né Lu, onde eu já vi várias operações onde o CPA é maior do que o budget, ou seja, não se dá nem a condição de gerar uma conversão por dia e ai a ferramenta não consegue aprender o que é uma conversão e consequentemente não teremos resultados.  

    (Luana)- Realmente Lê, e aí a ferramenta não vai conseguir saber qual é o público também. Outro ponto é a frequência pode parecer banal mas na prática não é, já vi campanhas de remarketing que a frequência é 12, imagina o mesmo usuário vê doze vezes o mesmo anúncio é muita coisa.

    É comum falarmos que mídia são aqueles banners que te perseguem a todo momento, mas a sensação não precisa ser de perseguição, tem a possibilidade de fazer campanhas sem cansar usuário daquele mesmo anúncio e precisamos nos questionar também, será que é hora de trocar um anúncio por que se o mesmo usuário está vendo tantas vezes que pode ocorrer até de criar um ranço pela marca, por que você não aguenta mais ver a mesma coisa esse é um KPI que eu olho e por fim eu acredito ser bastante importante olhar para o ROI por que assim vamos conseguir entender o quanto estamos gerando daquela operação.

    Agora é que vem a polêmica, pensando em uma estratégia que nós estamos trabalhando compra em google, eu não consigo levar em tanto em consideração o CPC, pois se é conversão eu vou olhar para CPA e vou olhar o volume de compras e eu entendo que eu não vou estar falando para a ferramenta google que eu quero pagar barato, estou falando que quero o máximo de conversões, então levantei essa pauta por saber que você tem uma visão diferente e então eu gostaria de comentar sobre isso.           

    (Leandro)- É um debate super legal. Concordo com você que em casos onde você cria uma campanha focada em conversão como shopping, por exemplo, que tem o foco em fundo de funil como uma maneira exclusiva e única, neste caso a minha opinião é de que realmente não deve ser considerado o CPC, pode ser um custo por clique astronômico e tudo bem, por que você vai olhar para custo conversão e quantas conversões foram geradas no entanto em outras campanhas e principalmente em search, social ou quando eu já saio desse fundo de funil mas que mantém o foco em CPA, aí eu acho que o CPC deva ser um balizador sim, é um indicador que eu gosto de olhar bastante, por ele me dar um norte se é um tráfego barato ou não e o mais estratégico é justamente entender que o CPC pode ser barato ou caro independente da qualidade e quando você cruza o quão barato ou caro pode ser esse tráfego com o quanto converte ou não a gente consegue ter uma analise de se faz sentido ou não pagar barato.        

    Por que eu já vi muita campanha sendo olhada através de CPA e que o CPC trazia muitos insights de que não era tão estratégico assim e aí o papo é muito longo por que eu sei o que você vai me devolver de mas é machine learning e ele vai aprender que é caro e enfim reduzir e tudo mais. 

    E aí o debate é muito bom e saudável, mas eu só defendo que é um indicador que não deve ser negligenciado, pois se ele está muito caro ou se está muito barato ele diz alguma coisa independente do custo de conversão. Se eu tenho um CPA ótimo ou horrível, é um outro insight que eu tenho que olhar , mas o CPC propriamente dito me dá muito insight de tomada de decisão, pois se eu tiver um CPC inflado, talvez eu tenha oportunidades de melhorar meu CPA.                 

    Acho que foi um debate riquíssimo, pois é uma pergunta complexa, pois é uma que varia de analista para analista de para onde que você vai olhar, por isso acho que o mais importante entendermos os KPI’s e para onde o seu negócio vai olhar, por que não tem uma resposta certa ou errada. E minha dica é não entrem na neura de querer olhar para milhões de KPI’s, por que o seu negócio tem KPI’s específico. 

    Tem muitos KPI’s que são altamente manipuláveis, taxa de conversão, por exemplo, você quer melhorar a taxa de conversão? É só rodar campanha institucional e aí a taxa de conversão vai triplicar e então pensamos que isso é bom, não é ruim por que você vai estar abrindo mão de volume, por isso é importante olhar o volume. Então entendam quais os KPI’s vocês querem olhar na operação de vocês, acompanhem todos mas não direcionem o negócio de vocês com base em uma subida ou em uma descida de todos esses indicadores, separem os principais e que vocês entendem que faz sentido para seu empreendimento e aí sim tenha um cuidado com especial com esses indicadores, se não vocês vão ficar doidos e isso é um trabalho de agência. E então façam análises históricas, entendam as flutuações, sazonalidades e cada KPI, seja ele CPC, taxa de conversão, custo conversão, CPA, CTR, Bounce Rate, tem milhões  de indicadores é importante entender quais são as expectativas, qual é o seu resultado final, o que é sucesso na sua operação e então ficará mais fácil de responder quais os KPI’s que você precisa olhar para atingir o sucesso.

    E para você que gostou desse debate acompanhe esses outros em nosso FAQ Yooper.

  • Preciso ter um time interno de design para produzir as peças gráficas?

    (Leandro) – Olá pessoal, tudo bem? Meu nome é Leandro Gorzoni CEO e fundador da agência Yooper. Este é o FAQ YOOPER, um debate estratégico com as nossas lideranças sobre as principais dúvidas do mercado de marketing digital. Hoje estou com a Luana Merlyn e a Giovanna Brazan, nossas coordenadoras de Performance aqui da agência.

    E vamos ao debate. Preciso ter um time de design interno para produzir as peças gráficas? Às vezes essa dúvida vem muito para um cliente um pouquinho menor, com uma operação não tão desenvolvida ainda, que está naquela etapa de se questionar sobre ter ou não uma estrutura interna, ter um design para contratar uma agência é mais efetivo, preciso terceirizar esse serviço, Como é que vocês veem isso ao lidar com vários e vários clientes e segmentos da agência.

    (Luana) – Gostaria de começar dizendo que nós temos um time de design, então é possível contratar mídia e designer junto. E apesar de fazermos esse trabalho internamente, conseguimos dar todo o suporte, existem alguns pontos que a trabalhar quando o cliente não tem um time interno, por exemplo, se tiver uma sazonalidade e a gente fez as peças mas o banner do site esse cliente não vai ter quem faça e por mais que a gente consiga vender esse serviço, começam a ser tantos adicionais que compromete a praticidade do dia a dia que ter um profissional interno.

    Outro exemplo bom são as campanhas nas redes sociais, como Facebook e Instagram, se o usuário tiver a curiosidade de seguir a página ou somente acessar, ele vai ver que o conteúdo é totalmente diferente do que a gente divulga, por não ser o mesmo designer que fez. Então se pensarmos que o objetivo é crescer e ter uma marca consolidada, precisamos olhar para pontos importantes como identidade visual. Então a curto prazo funciona, mas talvez a longo seja preciso ter uma estrutura um pouco maior.       

    (Giovana) – Seguindo a mesma linha de raciocínio da Lu, é bom pensar se essa pessoa interna realmente trabalha com aquilo ou estamos falando de recursos, como por exemplo, usar um photoshop ou usar um canvas. 

    Por que já tivemos experiência em ter clientes que optaram em internalizar esse serviço e trazem peças que não foram feitas em photoshop ou de plataformas super profissionais, mas que funcionam muito bem, por que o cliente conseguiu entender o que realmente funciona para a área dele, usa o manual de marca, mantém o padrão de qualidade, os formatos ideias. O que eu entendo que pode fazer diferença hoje, está muito atrelado a agilidade, pois dentro da agência a gente tem todo um planejamento e às vezes o cliente consegue entregar essas peças mais rápido e pronto para veicular.  

    Então depende do quão profissional essas peças vão ser, como é que a gente está lidando com a plataforma e o quanto você cliente está confortável com isso. Se tiver um bom planejamento, um manual de marca bacana, a gente consegue seguir e se adequar. Quando não tem manual de marca, tudo é muito referencial do site, precisamos alinhar para ter um projeto bem unificado e estamos super aqui para guiar o cliente.             

    (Leandro) – Se você quer terceirizar esse serviço é muito importante ter clareza no que você quer e qual é o seu posicionamento de marca. Pois se você não tem clareza, dificilmente vai conseguir passar para um terceiro o que espera dessa peça por exemplo. Então, caso você tenha dúvidas ou pouca clareza, aí é melhor você optar em manter uma operação interna, por que uma pessoa absorvendo o seu business será muito mais fácil incorporar as características da marca, como você quer apresentar essa marca em linhas visuais.

    Agora se tem clareza, acredito que você pode se dar o luxo de terceirizar e entender quem é o parceiro ideal para produzir essas peças para vocês.

    E para você que gostou desse debate acompanhe esses outros em nosso FAQ Yooper.

  • Como funciona o planejamento de mídia?

    Como funciona o planejamento de mídia?

    (Leandro) – Olá pessoal, tudo bem? Meu nome é Leandro Gorzoni CEO e fundador da agência Yooper. Este é o FAQ YOOPER, um debate estratégico com as nossas lideranças sobre as principais dúvidas do mercado de marketing digital. Hoje estou com a Luana Merlyn e a Giovanna Brazan, nossas coordenadoras de Performance aqui da agência.

    E vamos ao debate. Como funciona o planejamento de mídia? Um tema bem diverso e com várias respostas, novamente essa é a beleza do marketing digital que não tem uma resposta única e que não é uma ciência binária. É uma pergunta complexa, por trazer como possibilidade respostas distintas e acredito que uma boa resposta seja: Planeje-se! Gostaria de ouvir vocês que fazem planejamento de vários clientes no dia a dia. 

    (Giovana) – Olhando para planejamento de mídia, não podemos dizer que as coisas são escritas em pedra e a gente entende que o todo precisa ser olhado, mas como Yooper e com uma boa bagagem em performance conseguimos entender o que funciona melhor. Antes de pensar em planejamento é preciso entender qual o status dos outros concorrentes e entender qual é o posicionamento no mercado, sazonalidade, analisem o status do seu negócio atualmente , quais as oportunidades, entender mais sobre os canais que tem à disposição e explorar.        

    (Luana) – Geralmente quando um cliente entra pensando em um planejamento inicial ou até mesmo do zero, é importante olhar para o histórico de tudo que ele já fez e entender o que deu certo e o que não, quais ações sazonais o cliente se faz presente e o bom de ter essa compreensão é saber que nem sempre vai ser necessário apostar apenas em estratégias como 50% de desconto no seu site, pois com os dados corretos é possível realizar uma ação que chame o usuário e que faça com que ele mantenha o interesse em entrar no seu site. E por isso é extremamente importante ter um planejamento em mãos, para que no decorrer do ano, as ações tenham sido programadas com antecedência.  

    Eu costumo dizer que é muito comum só lembramos que a Black Friday existe no e-commerce e acabamos esquecendo que existem muitas outras datas nas quais devemos nos atentar como dia das mãe, dia dos pais, natal, é de extrema importância incluí-las no planejamento e pensar antes no que vai fazer, talvez o planejamento pode ser campanhas topo de funil ou seja conquistar mais clientes para poder trabalhar no dia das mãe e enfim ter um bom aproveitamento desse investimento. 

    Devemos olhar também para o tom de voz da marca, como desenvolver a comunicação para esses usuários, como será a estrutura dessas campanhas, se irá veicular em shopping, display ou em social. Tudo isso vai depender do objetivo do cliente que vai entender ponto a ponto em conjunto e criar um plano.        

    (Leandro) -Faz sentido falarmos principalmente sobre não focar apenas nas etapas de funil. Quando eu olho para esse cross e planejamento de mídia entendo que é quase que obrigatório trazer os mais variados pontos de contato. 

    É bastante comum o cliente se planejar para mídia, mas nem sempre é comum ele se planejar para um bom SEO ou CRM por exemplo e pensar em uma régua de comunicação bem estruturada para o dia das mães é pensar em trazer diversas possibilidades como as principais ofertas, kits de presentes, kits por faixa de preço e etc. E acredito que o sucesso do planejamento está muito atrelado a todos os pontos que levantamos anteriormente e a junção de mídia com os outros pontos de contato.

    Geralmente o cliente customiza a home e entende que essa ação é o suficiente, mas temos diversas possibilidades como criar uma LP para dia das mães ou para outras datas sazonais além da Black Friday, o que pode maximizar seus resultados. É como eu falei, independente de como você se planeja, PLANEJE-SE e uma dica de ferramenta de gestão de processos que usamos aqui na agência é o monday, é maravilhosa para um planejamento de mídia,  toda a nossa operação roda através do software do monday e se você ainda não tem uma ferramenta de gestão, recomendo pesquisar mais sobre. 

    E para você que gostou desse debate acompanhe esses outros em nosso FAQ Yooper. 

  • Qual valor devo investir em mídia paga ?

    Qual valor devo investir em mídia paga ?

    (Leandro) – Olá pessoal, tudo bem? Meu nome é Leandro Gorzoni CEO e fundador da agência Yooper. Este é o FAQ YOOPER, um debate estratégico com as nossas lideranças sobre as principais dúvidas do mercado de marketing digital. Hoje estou com a Luana Merlyn e a Giovanna Brazan, nossas coordenadoras de Performance aqui da agência.

    E vamos ao debate. Qual o valor que devo investir em mídia paga? Essa é uma pergunta que 99% dos novos clientes, prospects e leads têm quando abrem um negócio. Dúvidas como quanto é preciso investir para ter um resultado saudável ? É uma questão extremamente complexa, mas quero ouvir as mais variadas opiniões porque não tem certo e errado, e acho que a beleza do marketing digital é essa.  

    Então quero ouvir a opinião de vocês, para onde que o cliente tem que olhar, mínimos, máximos, quero abrir uma operação, já tenho uma operação mas não consigo escalar, será que eu não escalo por que estou investindo pouco ou estou investindo muito e acabo jogando dinheiro fora? Vamos debater.

    (Luana)- Depende muito da estratégia, segmento, do momento do cliente. Por exemplo: é uma operação que começou agora e ela precisa ser rentável para se sustentar, talvez não dê para investir um valor mínimo de R$5.000,00 por não conseguir escalar seu faturamento. 

    Outro exemplo é o do carro, você quer ir do ponto A ao ponto B em uma velocidade de 20km por hora, a chegada será mais devagar, não dá para chegar na rapidez que você precisa, então em mídia o investimento seria isso, ir colocando mais, é claro que não é algo proporcional, não é uma conta que a gente faz e estipula quanto vai vir de receita, mas é sempre bom lembrar que tem os concorrentes. Então se já tem outros players fazendo campanha investindo, a gente vai precisar concorrer com eles,então talvez colocar um investimento muito baixo, só vai fazer com que o ganho de resultados seja mais lento, não consegue escalar de uma forma tão brusca. 

    Outro ponto é que, se o investimento é muito enxuto, não será possível fazer campanha de topo e meio de funil que são campanhas de prospecção, talvez consiga trabalhar só fundo e as vezes é uma marca pouco conhecida no mercado, como a gente justifica essa marca, convence o consumidor a comprar com ela ? Se ele nunca ouviu falar, será que ele vai confiar logo de primeira? Então existem alguns pontos que acabam atrapalhando se a gente investe somente na etapa de fundo do funil. 

    Agora pensando em investimento máximo, não existe! Sempre vamos ter abertura para uma campanha nova, se o cliente já investe em campanhas “feijão com arroz” ele pode olhar para o youtube como uma possibilidade, pode abrir Brasil se só faz São Paulo ou seja sempre existirão outras possibilidades por isso acredito que nunca terá um máximo. O que não acho interessante é triplicar o investimento no mês seguinte porque o mês atual foi super bom e aí o cliente quer escalar tudo de uma vez, precisa ser uma escadinha. 

    (Giovana) – É bastante comum o cliente chegar com o valor que ele está disposto a investir naquele momento. E hoje temos ferramentas e recursos capazes de analisar o quanto que o mercado está pedindo por cada palavra- chave, quanto os concorrentes estão utilizando, e é óbvio que é uma estimativa, na qual dá para ter uma média muito boa, então se vamos competir precisamos estar presentes. 

    Tem também aquele momento de analisar uma marca nova, e ai o site precisa estar muito bem estruturado a ponto de passar confiança e o lead se sentir seguro de comprar, é um ponto que foge um pouco de mídia mas costumamos bater bastante nesta tecla, por que se não, não adianta atingir as pessoas certas e que tem interesse mas que nunca ouviram falar, ou o site não é confiável, não tem avaliação, não tem política, não me diz o prazo certo e por mais que não saia um pouco de mídia, precisamos trazer de insights. 

    E olhando para projetos menores como os que acabaram de iniciar e ainda não tem um bom valor de investimento para competir com os demais players do mercado, é importante começar por partes, como escolher produtos que tenham mais margem, que tenham mais oportunidade para trabalhar, que tem mais estoque e aí olhando para cada caixinha será possível um crescimento a longo prazo. 

    No google é possível controlar o investimento e ao entender a performance, conseguimos controlar ajustes de lance, que são algumas das ferramentas que a gente tem para controlar o ROI, afinal a intenção é ter um retorno daquele investimento e não adquirir prejuízos. O unico porem dessas ferramentas é que são de aprendizagem ou seja enquanto não tivermos conversão nenhuma, elas não vão rodar e então não será possível trazer o que o cliente espera. 

    É muito comum no começo do projeto ter um tempo de aprendizagem, ficar bem alinhado com o cliente, implementar os testes e ir por partes, e quando estamos falando de projetos grandes também, entender o que ainda não foi explorado, onde tem mais oportunidade, onde está mais rentável, onde tem mais busca e utilizar nossos recursos e ferramentas que vão trazer esses números para facilitar o entendimento sobre quais são os canais mais viáveis, como mídias programáticas por exemplo, por isso a importância em entender onde é que vamos explorar.    

    (Leandro) – Justamente por essa janela de aprendizagem que a gente entende que não faz sentido esse crescimento tão exacerbado em um curto espaço de tempo, por que você mata a aprendizagem do canal ou seja dê tempo da ferramenta aprender, para que cresça budget, mas cresça na medida que a ferramenta consiga aprender, para que você não queime dinheiro não tendo o resultado esperado, pois é um orçamento que ainda não tinha dados o suficiente para a plataforma conseguir gerenciar. 

    Um ponto muito importante são as ferramentas citadas acima, uma se chama SemRush que traz uma média de investimento de cada Player e tendências e Google em Keyword é planner tool que traz o volume de busca.

    E para você que gostou desse debate acompanhe esses outros em nosso FAQ Yooper. 

  • Por que investir em campanha de mídia paga ?

    Por que investir em campanha de mídia paga ?

    (Leandro) – Olá pessoal, tudo bem? Meu nome é Leandro Gorzoni CEO e fundador da agência Yooper. Este é o FAQ YOOPER, um debate estratégico com as nossas lideranças sobre as principais dúvidas do mercado de marketing digital. Hoje estou com a Luana Merlyn e a Giovanna Brazan, nossas coordenadoras de Performance aqui da agência.

    E vamos ao debate. Por que investir em campanhas de mídia paga? Aquela clássica pergunta, principalmente para clientes que tem um orgânico muito bem estabelecido, que vem com um SEO com rampagem super legal, fez toda a lição de casa, e questiona, por que que eu preciso investir em mídia paga se eu já tenho uma estrutura tão bem desenvolvida? Ou às vezes aquele cara que não tem a sua casa estruturada em SEO, mas que também tem essa dúvida, que é uma dúvida relativamente básica, mas com respostas extremamente complexas. 

    (Giovana) -Bom, porque investir em mídia paga? Hoje acho que os clientes já chegam com essa resposta na ponta da língua, né? Sabemos o quão difícil é aparecer em patrocinados investindo pouco e o quão gigantesco é esse espaço. Atualmente todo mundo está patrocinando alguma coisa independentemente do objetivo, se deseja expandir, fazer uma função de base para o seu site, se está começando agora , se está falando de produto. Boa parte das pessoas já entenderam que precisamos investir para serem vistas. Mas tudo está muito relacionado à estrutura que se tem por trás. Com foco em performance desenvolvemos toda uma estrutura de campanhas onde é possível impactar a pessoa certa, com o interesse certo e no momento certo. 

    Então se não há investimento em mídia paga, como aparecer? Como alavancar seu negócio? É a mesma realidade de quem só tem loja física, só quem está por perto encontra, só quem passa por você irá te achar. Agora se você investir em mídia paga é possível expandir esse alcance independente de onde você está. 

    (Luana) – Eu costumo brincar que mídia paga acaba sendo um atalho, porque no orgânico você aparece, mas com um trabalho a longo prazo e o mesmo acontece nas redes sociais. É preciso se posicionar, quase que um trabalho de formiguinha e é muito essencial, porém mais lento. Agora na mídia paga não, esse processo é mais acelerado pois se torna possível aparecer primeiro, conseguimos convencer o usuário de que ele precisa daquele produto ou serviço então é bem importante apostar. 

    O segundo ponto, é onde seu concorrente está e caso não esteja é só questão de tempo. Se você não começar a investir agora pode ser tarde, pois ele vai conquistar posicionamento, relevância no google e inteligência nas campanhas. Isso tudo focando em clientes menores, mas quando olhamos para os clientes maiores, eles também precisam de um público novo, de novos clientes , trabalhar remarketing, abandono de carrinho e no orgânico não é possível retrabalhar um lead ou cliente, então investir em mídia paga é de extrema importância.     

    (Leandro) – São dois extremos , o cara que acabou de abrir e o cara que não está conseguindo escalar a operação. Mas apesar da pergunta trazer o porque investir em mídia paga, a grande questão é como, e é aí, que entra o trabalho da própria Yooper, de como fazer isso acontecer como desempenhar isso de maneira estratégica, por que o como está muito condicionado ao momento e é aí que entram as etapas de funil.   

    Então se perguntar o porquê é extremamente necessário e faz muito sentido. Mas ele sempre deve vir acompanhado do como, que pode ser um grande desafio.

    E para você que gostou desse debate acompanhe esses outros em nosso FAQ Yooper.

  • Quais os principais canais de Mídia paga que devo trabalhar em minha operação?

    Quais os principais canais de Mídia paga que devo trabalhar em minha operação?

    Olá pessoal, tudo bem? Meu nome é Leandro Gorzoni CEO e fundador da agência Yooper. Este é o FAQ YOOPER, um debate estratégico com as nossas lideranças sobre as principais dúvidas do mercado de marketing digital. Hoje estou com a Luana Merlyn e a Giovanna Brazan, nossas coordenadoras de Performance aqui da agência. 

     

    E vamos ao debate. A pergunta é: quais os principais canais de mídia paga que devo trabalhar em minha operação? A gente sabe que existe a possibilidade de fazer campanhas desde canais como social, Google, até os mais variados, e ouço muitas dúvidas como: por onde que eu começo? O que fazer se meu budget é pequeno? Pra onde eu vou? É condicionado ao meu segmento, não é? O que pensam sobre esse tema relativamente polêmico?

    (Luana) – Depende muito do segmento do cliente e qual é o objetivo dele. Sempre buscamos entender o que ele deseja em curto, médio e longo prazo. Se o cliente quer representatividade de marca, talvez a melhor aposta seja em campanhas de topo de funil, por exemplo. Hoje temos inúmeras possibilidades como Pinterest e o Tik Tok, que saem um pouco do comum. Agora, se o cliente precisa de conversão a curto prazo, então desenvolvemos estratégias que contenham canais mais óbvios como Google e Social Ads. 

    Um exemplo claro disso é a moda, que geralmente fica muito condicionada a social por ser mais visual, mas não podemos deixar de fazer campanhas no Google Shopping. Então o que realmente importa e traz mais assertividade é o objetivo e entendimento aprofundado sobre o segmento em questão, pois, assim, conseguimos apostar mais e diversificar também. 

    (Leandro) Muito bom, Gi. Concorda, discorda?

    (Giovanna) – Seguindo essa mesma linha de raciocínio, é muito importante entender quais são os objetivos de cada negócio. É bastante comum alguns clientes com budget curto optarem apenas por campanhas de fundo de funil visando resultados a curto prazo, porém esta é uma estratégia que, por vezes, pode acabar saindo mais caro, porque se o cliente não tiver uma marca bem impulsionada, uma boa estrutura e solidez, pode acabar não aparecendo. 

    Sabemos que o Google é um canal de leads quentes, logo, a concorrência ali é bastante elevada, então investir pouco pode significar aparecer pouco e, como consequência, ter poucas conversões, o que reflete em uma estratégia ruim. Portanto, manter uma relação cliente e empresa mais transparente possível e com o cenário e objetivos bem definidos é o que possibilita fazer uma boa mescla da operação toda.  

    (Leandro) – Faz muito sentido o fato de olhar para cada etapa e entender também o que realmente se espera de cada momento do funil. É natural que alguns clientes olhem muito para o fundo de funil, porque é como se o cara precisasse vender o almoço para pagar o jantar. Mas é cada vez mais importante e fundamental você olhar o canal não só pelo que ele gera no fundo de funil, mas sim pelo o que ele gera no todo da sua marca. Seja no branding, seja na conversão assistida, que não é um resultado de curtíssimo prazo.

    E para você que gostou desse debate acompanhe esses outros em nosso FAQ Yooper.

  • Mídia Paga: onde devo investir em 2022?

    Mídia Paga: onde devo investir em 2022?

    Ai, ai, a mídia paga. Como pode uma estratégia ser tão funcional quando bem planejada, não é mesmo? Entretanto, está para nascer um ambiente mais volátil do que a internet. A cada ano que passa, novas redes sociais surgem e os comportamentos dos consumidores tendem a mudar. Mas então, onde devemos investir em 2022 para mídia paga?

    A verdade é que o tráfego pago, para ser um sucesso, demanda alguns fatores imprescindíveis, como:

     

    • bom investimento financeiro;
    • definição da sua persona;
    • planejamento de qualidade visando resultados;
    • conhecimento das etapas de funil;
    • e uma plataforma efetiva para colocar o seu anúncio.

     

    Caso você não siga esses passos com precisão, além de não atrair novos clientes ou fidelizar consumidores já ativos, você perderá o seu investimento! Não queremos começar o ano de 2022 colocando o nosso dinheiro em algo que não acreditamos dar certo, não é mesmo?

    Por isso, navegue por esse post para evitar que a sua estratégia paga seja uma furada! Aqui, vamos falar um pouco mais sobre o que é mídia paga, qual a sua diferença para o SEO e, principalmente, onde investir seus anúncios em 2022. 

    Vamos evitar erros e gastos desnecessários de dinheiro? Então, continue com a gente e boa leitura! 

     

    O que é mídia paga?

    Você já deve ter ouvido falar sobre as técnicas de Search Engine Optimization, mais conhecida como SEO e, em português, por Otimização de Motores de Busca. Muito usado no marketing digital, o SEO é um dos jeitos mais assertivos para garantir um tráfego orgânico para o seu negócio, atraindo acesso e clientes sem investimentos financeiros. Em inglês, esse tipo de estratégia também é denominado como “mídia conquistada”.

    O SEO, por meio de suas táticas e regras, possibilita que coloquemos os nossos produtos ou conteúdos na liderança dos motores de busca, como o Google e o Bing. Assim, futuros clientes podem conhecer a nossa marca em uma simples pesquisa em seu mecanismo da Web favorito. 

    A mídia paga, por sua vez, demanda um investimento, já que efetuamos um pagamento para que nosso conteúdo chegue para este mesmo cliente. Eles são os famosos “anúncios”. 

    Quais são os benefícios da mídia paga?

    Agora, você deve estar se perguntando: “Mas, Yooper, se o meu conteúdo vai chegar de qualquer jeito para o meu cliente, por que eu preciso pagar por isso? É mais fácil usar a mídia orgânica para economizar dinheiro, certo?”

    Bem, há divergências! Você lembra que nós também chamamos o tráfego orgânico de “mídia conquistada”? Então, já podemos adiantar que, para o seu conteúdo não patrocinado chegar para o seu cliente, é necessário muito trabalho e persistência. Conhece aquele meme “se eu tenho isso é porque eu mereci”? Então, é isso que acontece quando você conquista o seu cliente por meio do SEO. 

    A mídia paga, ao mesmo tempo em que chega para o seu cliente, é uma maneira de antecipar o caminho. Pegar aquele famoso “atalho”, podemos dizer. Claro que, para isso, precisamos desembolsar uma verba. 

    Mas você sabia que separar um dinheiro para seus anúncios não é um tipo de gasto? A palavra mais certa para defini-lo é investimento. Afinal, você está aplicando o seu capital em algo que, se for bem planejado e efetuado, poderá render muito mais lucro, seja por meio de vendas diretas ou por captação de novos futuros clientes. 

    Como a mídia paga aparece para meu cliente?

    Podemos falar que a mídia orgânica só aparece para o nosso cliente quando é solicitada, não é mesmo? Você precisa, por exemplo, que a pessoa pesquise uma palavra-chave relacionada ao seu produto em seu motor de busca. O tráfego pago, por sua vez, utiliza anúncios que entram na vida das pessoas de muitas maneiras. 

    De brincadeirinha, podemos dizer que, enquanto as estratégias orgânicas são solicitadas, as pagas entram com tudo na casa do nosso cliente sem, ao menos, pedir licença.

    Entretanto, como os nossos anúncios podem aparecer para nossos futuros clientes? Aqui estão algumas maneiras:

    • como interrupção no começo, meio e fim de vídeos;
    • como os primeiros links na pesquisa de motores de busca;
    • como banners em sites da internet;
    • e em forma de publicações no feed das redes sociais.

    Você, com toda certeza, já deve ter visto um anúncio em todas as situações levantadas acima. Ainda ousamos dizer que você já comprou um produto ou contratou um serviço por conta da mídia paga! Então, você sabe, intimamente, a importância deste tráfego. 

    Onde investir em mídia paga em 2022?

    Agora que nós já debatemos um pouco mais sobre o que é mídia paga e como nossos anúncios chegam para o pessoal de casa, precisamos falar sobre quais plataformas devemos investir neste ano para impulsionar os nossos conteúdos. 

    Por isso, não deixe de verificar cada uma dessas formas de anúncio! O sucesso da sua marca pode estar escondido em uma delas!

    Facebook

    Você acha que o Facebook está perdendo a sua força? Bem, convidamos você a sair um pouco da sua bolha! O aplicativo ainda é o mais utilizado no mundo, seguindo sua trajetória em primeiro lugar. Além disso, a empresa que mantém a plataforma está passando por um rebranding, conquistando ainda mais o público. 

    A Meta, como é conhecida a empresa dona do Facebook, investe pesado no marketing digital dentro da sua principal rede social. Por meio do Facebook for Business, você pode programar anúncios que chegarão ao:

    • stories do Facebook;
    • feed de publicações;
    • intervalo dos vídeos;
    • feed de notícias;
    • aplicativo do Messenger.

    São muitas possibilidades, não é mesmo? Então, não fique fora dessa! 

    Instagram

    Por falar em Instagram, a rede social é a grande aposta da Meta para esse ano, rivalizando com o gigante chinês TikTok. Essa rivalidade entre companhias pode ser um grande catalisador para a sua empresa, já que o Instagram está promovendo melhorias que serão úteis para a divulgação do seu negócio. 

    Você sabia que, segundo uma pesquisa da Opinion Box, 15% dos jovens brasileiros utilizam o Instagram para fazer compras? O número de pessoas com menos de 30 anos que seguem empresas na plataforma é muito maior: cerca de 85%. 

    Atualmente, você pode criar anúncios na função “Stories” e nas publicações, que são feitas por meio do Facebook for Business. Na plataforma, você pode selecionar as configurações de público que receberão as suas mídias, assim como no Facebook.

    TikTok

    Não tem como não conhecer a rede social do momento! Durante a pandemia, o TikTok ganhou força com o público de todas as idades. Desde os mais novos até os mais velhos: todos possuem uma conta no TikTok! 

    A plataforma chinesa se inspirou – e muito – nas suas concorrentes para criar o seu TikTok Ads. Por meio dele, as marcas podem criar anúncios que serão disponibilizados enquanto o usuário se entretém com os vídeos. 

    Assim como as redes sociais da empresa Meta, o TikTok também permite que você programe suas postagens de acordo com as características básicas dos seus clientes, como idade, gênero e interesses em comum. 

    Você vai deixar a sua empresa ficar de fora da rede social que mais cresce, atualmente, no mundo?

    Twitter

    O Twitter é, sem sombra de dúvidas, o local de onde surgem os principais memes da internet brasileira e mundial! Ela é um ambiente muito jovem, público que é bem ativo nas compras online. Então, que tal colocar um anúncio da sua marca entre os tweets dos seus clientes?

    Assim como as concorrentes, o Twitter também permite a segmentação do público que receberá os seus anúncios. Além disso, você pode colocar as suas publicações em três categorias:

    • no feed dos clientes que já seguem a sua página;
    • no feed de possíveis clientes;
    • na aba “explorar”, colocando o seu anúncio entre os tópicos mais relevantes da plataforma. 

    Muito interessante, vale a pena dar uma olhada a mais nesta rede social! Entre polêmicas e fofocas, quem sai ganhando é você! 

    YouTube

    Os anúncios do YouTube são muito conhecidos por todos os usuários da plataforma. Afinal, todos os vídeos possuem anúncios, seja no começo, durante o conteúdo ou no seu fim. Então, essa é a chance de você alcançar um possível cliente, que pode estar no meio de uma maratona de vídeos. 

    De acordo com uma pesquisa realizada pelo Google, 70% dos espectadores dizem que já conheceram alguma marca pelos anúncios do YouTube. Por que a sua não seria uma delas?

    Para criar um anúncio, você deve fazer um vídeo interessante e curto. Ele deve ser responsável por atrair a atenção do público, que pode querer pular o seu conteúdo. Se um jovem, por exemplo, não pulou o seu anúncio, tenha certeza de que você fez a coisa certa!

    Google Ads

    Por último, mas com certeza não menos importante, está o Google Ads. É incontestável que esta plataforma é o motor de busca mais conhecido e amado do mundo! Então, para garantir o sucesso da sua marca, você precisa conhecer um pouco mais sobre o Ads. 

    Por meio dele, você poderá colocar os seus banners em diversos sites da internet. A distribuição dos anúncios é feita por algoritmos que fazem a ligação entre a sua marca e as pessoas que podem comprar seus produtos com mais facilidade. 

    Além disso, com o Google Ads, você coloca o seu site nos links patrocinados, que aparecem no topo da guia de busca. Pode ter certeza que é lá onde os usuários olham automaticamente antes de continuar a sua busca! 

  • Marketing de Influência: como usar essa estratégia nas redes sociais?

    Marketing de Influência: como usar essa estratégia nas redes sociais?

    De um tempo para cá, as redes sociais se tornaram fundamentais nas estratégias de marketing para as empresas. O Facebook, por exemplo, se firmou como uma ferramenta de Marketplace. Já o Instagram, uma vitrine estendida do e-commerce, mostra que é chave para as vendas de produtos e serviços. Aliado a tudo isso, está o marketing de influência, termo indispensável nos dias de hoje. 

    Você já ouviu falar sobre ele? Se ainda não, está na hora. O marketing de influência moldou a maneira como empresas, produtos e serviços são apresentados nas redes sociais por influenciadores digitais, muitas vezes porta-vozes dessas marcas. Essa influência é essencial para atrair ainda mais leads e clientes para o seu negócio e, por isso, virou tendência.

    Vamos conhecer mais sobre o mecanismo do Influencer Marketing no blog da Yooper? Confira:

    Como encontrar seu público-alvo nas redes sociais?

    Em tempos de crise, as estratégias de marketing se tornaram ferramentas primordiais para fazer com que uma empresa não fique parada no meio do caminho. Há anos, a internet tem se tornado uma das principais formas de atrair mais consumidores. Afinal, cada vez mais as empresas estão unindo o negócio físico com o online. Com as redes sociais, esse percurso ficou ainda mais acessível. 

    Além de humanizar a marca, as redes sociais também possibilitam que uma empresa encontre seu público-alvo de maneira mais rápida. Para isso, no entanto, é preciso muita atenção. As redes sociais crescem a cada dia. A competitividade também. Construir um ambiente autêntico nessas plataformas, é fundamental.

    O bom e velho planejamento — termo muito utilizado nas agências de marketing digital — é a maneira mais correta de crescer nas redes. Para isso, saiba mais sobre o seu público, interaja com os seguidores, construa uma comunidade e linguagem para a marca, tenha segmentação e encontre influenciadores digitais para impulsionar seu negócio. Como? Confira: 

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    O que é marketing de influência?

    O marketing de influência nada mais é do que a criação de ações e estratégias de uma marca que sejam representadas por meio de influenciadores, pessoas com um certo nível de relevância com o público nas redes. Esses influenciadores podem ser famosos da televisão ou do cinema, cantores, atletas ou até mesmo pessoas que começaram a ganhar evidência nas próprias mídias.

    Com a confiança estabelecida com seus seguidores, eles influenciam desde o estilo de vida, como a forma de se vestir, cuidar da saúde, da alimentação, etc., até  mesmo em suas futuras compras. O que é bastante atrativo para uma empresa, não é mesmo? Mas influenciar em vendas não é o único fator de atenção na hora de apostar no marketing de influência. 

    Os influenciadores também têm um papel importante na imagem da marca. Por isso, é necessário filtrar corretamente as pessoas que vão representar o seu negócio antes de fechar uma parceria. Afinal, isso pode beneficiar ou prejudicar seu e-commerce. Pesquise a fundo sobre o influenciador, conheça seus ideais e não se esqueça de entender qual é o público-alvo dele. 

    Mídia paga e mídia conquistada: qual é a diferença entre elas?

    Com a mídia paga — apelidada na internet como “publi post” — o influenciador é remunerado para participar de ações e campanhas de uma marca. Diferente de um garoto-propaganda, ele vai vincular as publicidades para a marca em sua própria rede social. Já a mídia conquistada trabalha através de parcerias não-financeiras.

    Como filtrar influenciadores?

    O mercado do marketing de influência cresce a cada dia. Não só no Brasil, mas no mundo todo. Antes de mais nada, no entanto, é preciso saber quais são os objetivos organizacionais na hora de se aproximar de um influenciador. Isso deve ser alinhado com a estratégia da campanha e ação de um produto ou serviço.

    Essa etapa é fundamental para delinear o público-alvo que será atingido pela publicidade. Vamos supor que você escolha uma influenciadora de cabelos lisos para falar sobre a sua marca, que tem como carro-chefe produtos para cabelos cacheados. A resposta em conversão de vendas será positiva? Talvez, mas somente caso o produto escolhido para a publicidade seja direcionado a esse público.

    No entanto, é muito importante entender detalhadamente todos os interesses comerciais na hora dessa filtragem. O segmento da sua marca deve estar ligado não só a relevância, autoridade e alcance de um influenciador, mas também aos interesses de seus seguidores. Quer expandir seu produto para novos públicos? Comece de maneira cautelosa para não “ultrapassar a linha”.

    A inteligência emocional também é necessária nas estratégias de marketing 

    A influência emocional é muito importante no marketing. Nas redes sociais, esse termo não fica para trás. Principalmente quando está ligado a influenciadores digitais. Ao vender seu produto nessas plataformas, vale abordar o mundo real. A situação em que o mundo vive. Com a covid-19, por exemplo, muitas marcas aproveitaram o gancho das vendas on-line de uma maneira humanizada.

    Deixar a marca em uma eterna utopia pode não fidelizar consumidores! Afinal, eles não vão se identificar sempre com seu conteúdo. Vale, então, propor soluções, mesmo que de maneira literal. Uma empresa de vestuário feminino pode ajudar contra a covid-19? Não necessariamente. Mas ela pode “devolver” a autoestima de uma mulher que, trabalhando de casa, deixou de se sentir bonita. 

    Por que o marketing de influência faz tanto sucesso no Brasil?

    Recentemente, o portal O Dia apurou que o humorista Carlinhos Maia fez uma marca faturar R$ 3 milhões em menos de 24 horas com um “arraste para cima”. Com 22 milhões de seguidores somente no Instagram, o alagoano tem um dos stories mais vistos de todo o planeta. Esse sucesso não é isolado em Carlinhos Maia tampouco aos seus seguidores. 

    Hoje existem influenciadores com diferentes perfis e alcances, alguns com centenas de milhares de seguidores e outros com milhões. Fato é que o marketing de influência é, sim, um sucesso nas redes sociais. Isso também pode ser visto de acordo com a estatística de usuários de cada plataforma. Só no Instagram, 1,2 bilhão de pessoas estão conectadas pelo mundo.

    O marketing de influência é uma tendência promissora para marcas de diferentes nichos. Além de uma consultoria especializada em marketing digital, aqui na Yooper você encontra a solução ideal para o seu negócio turbinar nas redes sociais.

  • Técnicas de SEO para blog empresarial: 6 erros para evitar agora!

    Técnicas de SEO para blog empresarial: 6 erros para evitar agora!

    As técnicas de SEO estão cada vez mais populares nas agências de marketing digital e nos sites. Mas você sabe o motivo? O Search Engine Optimization — Otimização para Mecanismos de Busca, em tradução — é uma forma orgânica de atrair mais visitantes e possíveis leads para seu e-commerce sem investimentos. Interessante, não é?

    Capazes de proporcionar um tráfego orgânico e muito eficiente para o seu e-commerce, as estratégias de SEO também fazem sucesso no blog! Afinal, elas contam com inúmeros recursos técnicos para chamar a atenção dos usuários e do Google, o que pode impulsionar o seu site para a primeira página de buscas do servidor.

    Entretanto, apesar de tal competência, erros comuns podem prejudicar esse processo no blog.

    Quer implementar o SEO de uma vez por todas no seu negócio online e torná-lo ainda mais atrativo? Que tal descobrir mais sobre esse otimizador de buscas e, também, conhecer formas de evitar erros básicos no dia a dia? Então, continue aqui para conferir as dicas que separamos especialmente para você no nosso blog.

    Por que usar o blog nas empresas?

    Antes de mais nada, vamos conhecer importância dessa ferramenta para o seu negócio? O blog pode melhorar o alcance e a autoridade de um e-commerce e até mesmo influenciar no aumento de venda de produtos e serviços nas empresas. Para isso acontecer, no entanto, ele precisa de conteúdos ricos em informações.

    As estratégias de marketing digital e as técnicas de SEO também contribuem para o sucesso do blog, então não esqueça delas! A técnica de SEO é uma ferramenta poderosa que, quando usada corretamente, impulsiona os algoritmos e faz com que a marca seja notada nas pesquisas orgânicas do Google. Vamos saber mais sobre essa estratégia no nosso artigo?

    O que é SEO para e-commerce

    Se você chegou até aqui, com certeza já ouviu falar sobre a ferramenta, ou até mesmo aplicou a técnica de SEO na prática. Mas já parou para pensar na infinidade de métodos que são aplicados todos os dias para ele ter um bom resultado orgânico? Assim como o SEO, o Google quer proporcionar as melhores buscas para os usuários. E ele se empenha bastante nisso.

    Deste modo, o algoritmo sempre vai “privilegiar” com as primeiras posições de buscas os sites, blogs, e-commerces, etc., que proporcionarem uma melhor experiência para o usuário. Já falamos sobre isso no post “A importância do SEO para a experiência do usuário.” Clique aqui para conferir.

    E é assim que começam as técnicas de SEO, buscando conquistar a confiança de novos usuários ao proporcionar conteúdos de alta qualidade, além de filtrá-los com palavras-chave pertinentes e oferecer uma navegação ágil, entre outras coisas. Por isso, esse é um mecanismo delicado e que exige muita atenção.

    Erros comuns que você deve evitar nas técnicas de SEO

    Voltando ao tema de experiência do usuário com SEO, você já deixou de ler um artigo ou comprar um produto porque o site estava demorando muito para carregar? Isso é muito comum e também prejudica a otimização de buscas no Google. Afinal, ele trabalha com o que mais agrada seus usuários.

    Vamos conhecer outros riscos habituais para abolir de vez do seu site?

    1. Baixa velocidade de carregamento

    O Google usa a velocidade de carregamento como um recurso para o ranqueamento de buscas. Afinal, esse fator está diretamente ligado com a experiência do usuário e também com o SEO. Existem ferramentas de hospedagem para auxiliar na melhoria do seu blog, de acordo com as recomendações do PageSpeed Insights, um recurso do próprio Google.

    A arquitetura do site também conta muito na experiência mobile. Com o uso crescente de smartphones, a compatibilidade com dispositivos móveis também se tornou um critério de ranqueamento para o Google em 2020. Segundo a SEMRush, o tempo de carregamento é o erro mais comum cometido no mobile. Outro erro ocorre quando parte do site não tem proteção HTTPS.

    2. Não utilizar as palavras-chave adequadas

    As palavras-chave são extremamente importantes para o engajar usuários. Por isso, se o blog do seu e-commerce não está bem posicionado no Google, pode ser um erro de keywords. Além de filtrar o tema que você vai abordar no conteúdo, as palavras-chave também ajudam futuros leads a encontrarem mais rápido o que procuram — de preferência, no seu site. 

    Por isso, é importante fazer um planejamento de keywords, filtrando os interesses e o volume de busca de cada uma. Vale lembrar que o uso excessivo da mesma palavra-chave também pode prejudicar a experiência do usuário na sua página. E o Google nota isso. Combine keywords, deixando as mais importantes em evidência para deixar o texto “espontâneo”.

    3. Ignorar o meta description

    Já ouviu falar sobre o meta description? Essa pequena descrição não é um fator de ranqueamento do Google, mas é muito importante para a otimização dos mecanismos. Além de evitar um clique involuntário na página nas SERPs, ela também chama a atenção dos usuários caso a palavra-chave esteja bem posicionada. 

    Com isso, o meta description não vale apenas para aparecer abaixo do título da página. Ela também pode filtrar e influenciar leads a conhecerem seus produtos de acordo com as keywords destacadas nas categorias e produtos. Esse é um trabalho de Search Engine Optimization em conjunto com a equipe de redação.

    4. Texto sem heading tags

    Mais uma vez, a experiência do usuário entra em prática nas técnicas de SEO. Os heading tags (h1, h2, h3, h4…) auxiliam na construção de um conteúdo fluido. Essa profundidade de intertítulos é importante para construir um texto e dividir os elementos que serão analisados nele de uma maneira natural e, até mesmo, esteticamente favorável ao seu e-commerce. 

    Segundo dados do SEMRush, a profundidade dos subtítulos h2, h3 e h4 tem 56% a mais de tráfego e engajamento do que conteúdos sem heading tags. Além disso, as listas também são muito bem-vindas na estruturação dos textos para o blog empresarial.

    De modo geral, artigos com pelo menos uma lista por cada 500 palavras recebem 2x mais tráfego e 1,5x mais compartilhamento do que artigos sem lista. 

    5. Conteúdo sem otimização de links internos e externos

    Você tem o costume de linkar conteúdos externos e internos nos seus conteúdos? A falta de otimização desses links é um dos principais erros de SEO. Isso acontece por dois motivos específicos, que despertam preocupação nos mecanismos de busca do Google: esquecer de encaixá-los no conteúdo e usar links quebrados no site.

    Os links são responsáveis por guiar os usuários para outras páginas além da que ele já está. Logo, também aumentam a satisfação do usuário, do Google e, consequentemente, do seu website. Afinal, isso pode influenciar na boa visibilidade de seus conteúdos, gerando mais tráfegos para outros temas e categorias. Atenção para links exagerados em um único conteúdo! 

    Por outro lado, os links também podem prejudicar seu desempenho nas pesquisas caso estejam quebrados. Isso acontece porque o Google evita ranquear sites com experiências ruins. Portanto, links com underlines nos URLs e HTTP em vez de HTTPS devem ser evitados para não causar problemas com engajamento e ranqueamento de um website.

    6. Títulos muito longos e títulos muito curtos

    O Google está de olho no meu conteúdo logo no título? Sim, e muito! Além de desenvolver um título relevante para o seu conteúdo, com palavra meta definida e um bom direcionamento para o leitor, é muito importante que ele tenha as características que otimizem a busca. Por isso, títulos muito longos e muito curtos não favorecem o seu site. 

    Na prática, os títulos H1 de 10 a 13 palavras geram 2x mais tráfego orgânico e 1,5x mais compartilhamentos do que títulos mais curtos, com sete palavras ou menos, de acordo com a SEMRush. Além disso, títulos com listas geram 2x mais tráfego e “como fazer” e guias conquistam 1,5x mais compartilhamentos. 

    E agora?

    E aí, já cometeu algum dos erros citados nesse artigo? O SEO deve acompanhar de perto as tendências do Google para melhorar e otimizar os mecanismos de busca sem gastar em mídia. Com isso, é sempre bom ficar atento ao que é recomendado e ao que precisa ser evitado no seu website. 

    Gostou do nosso artigo? Aproveite e confira outras dicas da Yooper! Descubra o que são backlinks e como eles ajudam a alavancar seu blog. Entre em contato e tenha a melhor consultoria de ecommerce!